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Uma escrava-rainha na corte do Al-Andaluz

Músicas pela paz (7)

Uma escrava-rainha na corte do Al-Andaluz

Como uma escrava se tornou rainha do califado de Córdova. Esta é a história que se conta neste disco do Euskal Barrok Ensemble. Subh era uma mulher basca, que terá sido feita escrava e foi levada para o Al-Andaluz. Desde cedo terá recebido uma educação literária e musical muito cuidada, o que lhe permitiu tornar-se uma escrava cantora (muganniya).

Há um grupo de mulheres judias e muçulmanas que se recusa a deixar que a guerra as separe

No Reino Unido

Há um grupo de mulheres judias e muçulmanas que se recusa a deixar que a guerra as separe

Nasceu em outubro, mas não foi do ano passado. Foi de 2015. Chama-se Nisa-Nashim (que significa “mulheres”, em árabe e hebraico) e é uma rede constituída por muçulmanas e judias a viver no Reino Unido, que tem por objetivo quebrar barreiras religiosas e culturais no seu país e em todo o mundo. Desde outubro de 2024, com o agudizar do conflito na Faixa de Gaza, estas mulheres não só não se separaram, como até ficaram mais unidas. Isso mesmo provam as múltiplas atividades que têm desenvolvido juntas.

Uma escrava-rainha na corte do Al-Andaluz

Músicas pela paz (7)

Uma escrava-rainha na corte do Al-Andaluz

Como uma escrava se tornou rainha do califado de Córdova. Esta é a história que se conta neste disco do Euskal Barrok Ensemble. Subh era uma mulher basca, que terá sido feita escrava e foi levada para o Al-Andaluz. Desde cedo terá recebido uma educação literária e musical muito cuidada, o que lhe permitiu tornar-se uma escrava cantora (muganniya).

Há um grupo de mulheres judias e muçulmanas que se recusa a deixar que a guerra as separe

No Reino Unido

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Nasceu em outubro, mas não foi do ano passado. Foi de 2015. Chama-se Nisa-Nashim (que significa “mulheres”, em árabe e hebraico) e é uma rede constituída por muçulmanas e judias a viver no Reino Unido, que tem por objetivo quebrar barreiras religiosas e culturais no seu país e em todo o mundo. Desde outubro de 2024, com o agudizar do conflito na Faixa de Gaza, estas mulheres não só não se separaram, como até ficaram mais unidas. Isso mesmo provam as múltiplas atividades que têm desenvolvido juntas.

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