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“Instrumentum Laboris 2” será conhecido no início de julho

Trabalhos do Sínodo prosseguem

“Instrumentum Laboris 2” será conhecido no início de julho

Já foi apresentada ao Papa a primeira versão do documento no qual se basearão os trabalhos da sessão de outubro do Sínodo sobre a Sinodalidade em Roma, o Instrumentum Laboris 2. Este será agora objeto de revisão e publicado nos primeiros dez dias de julho, depois da aprovação final de Francisco, anunciou a Secretaria Geral do Sínodo em comunicado de imprensa divulgado esta terça-feira, 25 de junho.

O novo documento surgiu na sequência de uma reunião de teólogos que decorreu de 4 a 14 de junho, e na qual foram analisados os relatórios recebidos pela Secretaria Geral, após a consulta às várias dioceses e comunidades católicas de todo o mundo. Desta resultaram relatórios de 108 conferências episcopais, de nove Igrejas Católicas orientais, da União Internacional dos Superiores Maiores e União Internacional das Superioras Gerais (USG-UISG), e ainda “mais de 200 observações de realidades internacionais, faculdades universitárias, associações de fiéis ou comunidades e pessoas particulares, além dos relatórios apresentados pelos párocos”.

Papa reforça pedido de negociações de paz na Ucrânia

No Ângelus

Papa reforça pedido de negociações de paz na Ucrânia

O Papa reforçou hoje o seu apelo a negociações de paz, numa nova mensagem pelo fim do conflito na “martirizada” Ucrânia, evocando ainda a guerra na República Democrática do Congo (RDC), Palestina e Israel. “É preciso negociar”, disse, desde a janela do apartamento pontifício, após a recitação do Ângelus, citado pela Ecclesia.

Sínodo, agora, é em Roma… que aqui já acabou

Sínodo, agora, é em Roma… que aqui já acabou

Em que vai, afinal, desembocar o esforço reformador do atual Papa, sobretudo com o processo sinodal que lançou em 2021? Que se pode esperar daquela que já foi considerada a maior auscultação de pessoas alguma vez feita à escala do planeta? – A reflexão de Manuel Pinto, para ler no À Margem desta semana

Reunião do Conselho dos Cardeais com o Papa voltou a contar com três mulheres

Uma religiosa e duas leigas

Reunião do Conselho dos Cardeais com o Papa voltou a contar com três mulheres

Pela quarta vez consecutiva, o papel das mulheres na Igreja voltou a estar no centro dos trabalhos do Papa e do seu Conselho de Cardeais – conhecido como C9 -, que se reuniu no Vaticano nos últimos dois dias, 17 e 18 de junho. Tratou-se de uma reflexão não apenas sobre as mulheres, mas com as mulheres, dado que – tal como nas reuniões anteriores – estiveram presentes três elementos femininos naquele que habitualmente era um encontro reservado aos prelados.

Que as máquinas não possam escolher matar o homem que as criou

Papa Francisco ao G7

Que as máquinas não possam escolher matar o homem que as criou

“Nenhuma máquina, em caso algum, deveria ter a possibilidade de optar por tirar a vida a um ser humano”, sublinhou o Papa no seu discurso perante os líderes do G7, reunidos na tarde desta sexta-feira, 14 de junho, na região italiana da Puglia. Naquela que foi a primeira participação de um pontífice neste encontro de líderes das principais potências mundiais, Francisco falou nas oportunidades, mas sobretudo perigos, da inteligência artificial, e deixou o alerta: “está em jogo a própria dignidade humana”.

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