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Um livro que nos lê

Um “retiro” de Ivereigh com Francisco

Um livro que nos lê

Diz-se que um professor, não importa a circunstância, não deixa nunca de o ser e ouvindo Austen Ivereigh a falar de patientia, senti-me imediatamente arrebatado pelo entusiasmo didáctico de introduzir verbos depoentes aos alunos de primeiro ano de Latim – entusiasmo raramente partilhado pelos alunos que normalmente os condenam à triste categoria pedagógica das complexidades inapreensíveis. [Texto de Paulo Ramos].

Chamar à razão

Chamar à razão

Agradeço-lhe os múltiplos convites de aprofundamento e de missão conjunta. Obrigado por nos fazer encetar caminhos novos, por provocar a reflexão, por nos escutar, por nos responsabilizar, por nos encorajar e depositar confiança em nós, jovens membros da Economia de Francisco.

Elizabeth, Arina, Alina e Ouwais dizem o que anseiam do encontro do Papa com refugiados

Francisco dedica a manhã de quarta-feira às escolas e estudantes

Elizabeth, Arina, Alina e Ouwais dizem o que anseiam do encontro do Papa com refugiados

Elizabeth espera um encontro importante para um apelo à reconciliação. Arina, ucraniana, e a russa Arina são amigas e dizem que “a religião tem de ser uma ferramenta para regular conflitos. E Ouwais afirma-se “grato” pelos “esforços do Papa para consciencializar sobre a situação dos migrantes e refugiados em todo o mundo”. 

A JMJ em que um jovem deu catequese aos bispos e explicou que não há cristãos sem conversão ecológica

Começaram os encontros "Rise Up"

A JMJ em que um jovem deu catequese aos bispos e explicou que não há cristãos sem conversão ecológica

eria sido uma típica manhã de verão na zona Oeste, com direito a chuva e tudo, não fossem as centenas de jovens que, pouco depois das nove, percorriam já as ruas de Torres Vedras em direção ao pavilhão da Expotorres. Ao vê-los passar, alguns locais, curiosos, perguntavam aos voluntários que lhes indicavam a direção: “Vão para Lisboa, receber o Papa?”. “Não, vão para a catequese”, esclarecia uma das jovens de camisola amarela. Só não explicou que aquela também não seria uma típica catequese: estava prestes a começar o primeiro de três “Rise up”.

“Sonho com uma Europa que extinga os focos de guerra”

Papa às autoridades e à sociedade civil

“Sonho com uma Europa que extinga os focos de guerra”

Foi num tom vigoroso e inspirado que o Papa Francisco, ainda a acabar de chegar, abriu a série de intervenções que fará nestes dias em Portugal, lembrando à União Europeia as suas particulares responsabilidades na promoção da paz e do bem-estar entre os povos. E Lisboa, nessa matéria, pode sugerir aos seus parceiros da EU “uma mudança de ritmo”, já que foi na capital portuguesa que foi assinado o Tratado da Reforma da União Europeia, em 2007, que se orienta por aqueles valores.

Peregrinos do Sudão do Sul: “Se nós conseguimos estar na JMJ, então nada é impossível”

Testemunho ao 7MARGENS

Peregrinos do Sudão do Sul: “Se nós conseguimos estar na JMJ, então nada é impossível”

Quando os pais de Rejoice escolheram o seu nome (que significa “alegra-te, rejubila”), queriam que ele fosse prenúncio de um futuro risonho, mas estavam longe de imaginar que viesse a traduzir na perfeição o sentimento da filha por poder participar numa Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A própria Rejoice parece ainda não acreditar que faz parte do grupo de seis peregrinos que vieram do Sudão do Sul até Lisboa para o encontro mundial de jovens com o Papa. Sentada junto ao campo desportivo da Escola Básica e Secundária António Bento Franco, na Ericeira (paróquia da diocese de Lisboa que a vai acolher ao longo dos próximos dias), é com os olhos marejados de lágrimas – de alegria, claro – que, nesta segunda-feira, 31 de julho, diz já ter aprendido a grande lição desta Jornada que só agora vai começar: “Se nós conseguimos estar aqui, então nada é impossível. Nesta vida, nada é impossível, desde que coloquemos Deus em primeiro lugar”.

JMJ apela a peregrinos para partilharem os alimentos não consumidos

Parceria com Banco Alimentar Contra a Fome

JMJ apela a peregrinos para partilharem os alimentos não consumidos

“Não desperdices: partilha” é o lema da campanha que une a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023 e o Banco Alimentar Contra a Fome, apelando a todos os peregrinos para que coloquem os alimentos que não sejam consumidos, desde que embalados, em caixas especificamente concebidas para o efeito. Estas serão recolhidas pelo Banco Alimentar, que verificará se os alimentos estão próprios para consumo, e fá-las-á depois chegar a pessoas com carências alimentares comprovadas.

Chamar à razão

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Agradeço-lhe os múltiplos convites de aprofundamento e de missão conjunta. Obrigado por nos fazer encetar caminhos novos, por provocar a reflexão, por nos escutar, por nos responsabilizar, por nos encorajar e depositar confiança em nós, jovens membros da Economia de Francisco.

Elizabeth, Arina, Alina e Ouwais dizem o que anseiam do encontro do Papa com refugiados

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Elizabeth espera um encontro importante para um apelo à reconciliação. Arina, ucraniana, e a russa Arina são amigas e dizem que “a religião tem de ser uma ferramenta para regular conflitos. E Ouwais afirma-se “grato” pelos “esforços do Papa para consciencializar sobre a situação dos migrantes e refugiados em todo o mundo”. 

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Começaram os encontros "Rise Up"

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eria sido uma típica manhã de verão na zona Oeste, com direito a chuva e tudo, não fossem as centenas de jovens que, pouco depois das nove, percorriam já as ruas de Torres Vedras em direção ao pavilhão da Expotorres. Ao vê-los passar, alguns locais, curiosos, perguntavam aos voluntários que lhes indicavam a direção: “Vão para Lisboa, receber o Papa?”. “Não, vão para a catequese”, esclarecia uma das jovens de camisola amarela. Só não explicou que aquela também não seria uma típica catequese: estava prestes a começar o primeiro de três “Rise up”.

“Sonho com uma Europa que extinga os focos de guerra”

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“Sonho com uma Europa que extinga os focos de guerra”

Foi num tom vigoroso e inspirado que o Papa Francisco, ainda a acabar de chegar, abriu a série de intervenções que fará nestes dias em Portugal, lembrando à União Europeia as suas particulares responsabilidades na promoção da paz e do bem-estar entre os povos. E Lisboa, nessa matéria, pode sugerir aos seus parceiros da EU “uma mudança de ritmo”, já que foi na capital portuguesa que foi assinado o Tratado da Reforma da União Europeia, em 2007, que se orienta por aqueles valores.

Peregrinos do Sudão do Sul: “Se nós conseguimos estar na JMJ, então nada é impossível”

Testemunho ao 7MARGENS

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Quando os pais de Rejoice escolheram o seu nome (que significa “alegra-te, rejubila”), queriam que ele fosse prenúncio de um futuro risonho, mas estavam longe de imaginar que viesse a traduzir na perfeição o sentimento da filha por poder participar numa Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A própria Rejoice parece ainda não acreditar que faz parte do grupo de seis peregrinos que vieram do Sudão do Sul até Lisboa para o encontro mundial de jovens com o Papa. Sentada junto ao campo desportivo da Escola Básica e Secundária António Bento Franco, na Ericeira (paróquia da diocese de Lisboa que a vai acolher ao longo dos próximos dias), é com os olhos marejados de lágrimas – de alegria, claro – que, nesta segunda-feira, 31 de julho, diz já ter aprendido a grande lição desta Jornada que só agora vai começar: “Se nós conseguimos estar aqui, então nada é impossível. Nesta vida, nada é impossível, desde que coloquemos Deus em primeiro lugar”.

JMJ apela a peregrinos para partilharem os alimentos não consumidos

Parceria com Banco Alimentar Contra a Fome

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“Não desperdices: partilha” é o lema da campanha que une a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023 e o Banco Alimentar Contra a Fome, apelando a todos os peregrinos para que coloquem os alimentos que não sejam consumidos, desde que embalados, em caixas especificamente concebidas para o efeito. Estas serão recolhidas pelo Banco Alimentar, que verificará se os alimentos estão próprios para consumo, e fá-las-á depois chegar a pessoas com carências alimentares comprovadas.

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