Sociedade
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[Entre Margens]
A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber
Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].
[Justamente Católica]
Tribunal isenta freiras de Nova Iorque – por enquanto – de cumprir a lei sobre a morte assistida
Um tribunal federal determinou que as freiras de Nova Iorque ainda não têm de ajudar a matar os seus doentes. Leste bem. Desde quarta-feira (5 de agosto), a Lei de Assistência Médica à Morte do estado de Nova Iorque está em vigor, o que significa que os residentes que lhes reste seis meses ou menos de vida podem agora obter uma receita médica para pôr fim à sua vida. [Texto de Phyllis Zagano]
[Entre Margens]
Portugal, o Conselho de Segurança e as intermitências do direito internacional
Desde que Trump regressou ao poder, a já longa paralisia da Organização das Nações Unidas, há muito incapaz de decidir de acordo com a Carta, impôs um renovado interesse pelo que nesta se dispõe e aquilo a que obriga os Estados. E mesmo diplomacias confinadas à prática de formas menores do chamado soft power, como os membros não-permanentes recém-eleitos, deveriam pensar no assunto. [Texto de João Santos].
[Trago comigo - 6]
A Senhora d’Agonia e o fundamentalismo de uma proibição
Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o sexto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.
[Entre Margens]
O humanismo de Marx e de Jesus
Hoje, invocar Karl Marx (1818-1883) não parece uma decisão acertada. Marx não está na moda, nem no circuito das passarelas políticas. Foi industriosamente suplantado pelos atuais opinion makers que se movimentam no interior do mundo capitalista. [Texto de Jorge Paulo].
Descanso onde o Sado se encontra com o Atlântico
Eugénio Fonseca, ex-presidente da Cáritas Portuguesa e que agora desempenhava o cargo de presidente da Confederação Portuguesa do Voluntariado, morreu na Praia da Figueirinha, na Arrábida, na sequência de paragem cardiorrespiratória. Há precisamente um ano, Eugénio Fonseca escrevia sobre esse lugar que lhe era tão querido e explicava as razões. Pouco antes do incidente fatal, manifestara a quem estava com ele o seu contentamento por estar no lugar que tanto apreciava. Por essa razão, reeditamos a seguir o texto publicado há um ano.
Última vila cristã da Cisjordânia
Militares israelitas isolam Taybeh para “proteger” os palestinianos dos colonos
As autoridades israelitas anunciaram no início da semana o estabelecimento de uma “zona militar fechada” à volta da vila de Taybeh, na Cisjordânia (território palestiniano), determinando que israelitas, jornalistas e estrangeiros estavam proibidos de entrar na localidade. As notícias que vão chegando do terreno, no entanto, contradizem o que foi anunciado.
[Arquipélago Jerusalém]
Quem foi o Banqueiro Anarquista?
Fernando Pessoa escreveu o O Banqueiro Anarquista em 1922. Um conto de raciocínio sobre um banqueiro que acumula dinheiro e que se proclama anarquista e explica que é mais revolucionário do que os revolucionários. Tudo indica que o poeta que é um fingidor não tenha inventado inteiramente este paradoxo. [Texto de Mendo Castro Henriques].
Testemunho de Conceição Lopes
Eugénio Fonseca: humanidade, Evangelho e uma Igreja de portas abertas
Publica-se o testemunho pessoal de Conceição Lopes, amiga de infância de Eugénio Fonseca e a quem ela tratava carinhosamente por “Géninho”. Como ela escreve neste seu texto, tão pessoal e próximo, “Com a alma enrugada pela tua partida sem regresso, aqui estou, às seis da tarde deste dia 12 de agosto, quarta-feira, dia do eclipse solar que há de chegar daqui a hora e meia. Quiçá, hoje, o céu esteja mais brilhante e em festa.
[Justamente Católica]
Tribunal isenta freiras de Nova Iorque – por enquanto – de cumprir a lei sobre a morte assistida
Um tribunal federal determinou que as freiras de Nova Iorque ainda não têm de ajudar a matar os seus doentes. Leste bem. Desde quarta-feira (5 de agosto), a Lei de Assistência Médica à Morte do estado de Nova Iorque está em vigor, o que significa que os residentes que lhes reste seis meses ou menos de vida podem agora obter uma receita médica para pôr fim à sua vida. [Texto de Phyllis Zagano]
[Entre Margens]
Portugal, o Conselho de Segurança e as intermitências do direito internacional
Desde que Trump regressou ao poder, a já longa paralisia da Organização das Nações Unidas, há muito incapaz de decidir de acordo com a Carta, impôs um renovado interesse pelo que nesta se dispõe e aquilo a que obriga os Estados. E mesmo diplomacias confinadas à prática de formas menores do chamado soft power, como os membros não-permanentes recém-eleitos, deveriam pensar no assunto. [Texto de João Santos].
[Trago comigo - 6]
A Senhora d’Agonia e o fundamentalismo de uma proibição
Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o sexto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.
[Entre Margens]
O humanismo de Marx e de Jesus
Hoje, invocar Karl Marx (1818-1883) não parece uma decisão acertada. Marx não está na moda, nem no circuito das passarelas políticas. Foi industriosamente suplantado pelos atuais opinion makers que se movimentam no interior do mundo capitalista. [Texto de Jorge Paulo].
Descanso onde o Sado se encontra com o Atlântico
Eugénio Fonseca, ex-presidente da Cáritas Portuguesa e que agora desempenhava o cargo de presidente da Confederação Portuguesa do Voluntariado, morreu na Praia da Figueirinha, na Arrábida, na sequência de paragem cardiorrespiratória. Há precisamente um ano, Eugénio Fonseca escrevia sobre esse lugar que lhe era tão querido e explicava as razões. Pouco antes do incidente fatal, manifestara a quem estava com ele o seu contentamento por estar no lugar que tanto apreciava. Por essa razão, reeditamos a seguir o texto publicado há um ano.
Última vila cristã da Cisjordânia
Militares israelitas isolam Taybeh para “proteger” os palestinianos dos colonos
As autoridades israelitas anunciaram no início da semana o estabelecimento de uma “zona militar fechada” à volta da vila de Taybeh, na Cisjordânia (território palestiniano), determinando que israelitas, jornalistas e estrangeiros estavam proibidos de entrar na localidade. As notícias que vão chegando do terreno, no entanto, contradizem o que foi anunciado.
[Arquipélago Jerusalém]
Quem foi o Banqueiro Anarquista?
Fernando Pessoa escreveu o O Banqueiro Anarquista em 1922. Um conto de raciocínio sobre um banqueiro que acumula dinheiro e que se proclama anarquista e explica que é mais revolucionário do que os revolucionários. Tudo indica que o poeta que é um fingidor não tenha inventado inteiramente este paradoxo. [Texto de Mendo Castro Henriques].
Testemunho de Conceição Lopes
Eugénio Fonseca: humanidade, Evangelho e uma Igreja de portas abertas
Publica-se o testemunho pessoal de Conceição Lopes, amiga de infância de Eugénio Fonseca e a quem ela tratava carinhosamente por “Géninho”. Como ela escreve neste seu texto, tão pessoal e próximo, “Com a alma enrugada pela tua partida sem regresso, aqui estou, às seis da tarde deste dia 12 de agosto, quarta-feira, dia do eclipse solar que há de chegar daqui a hora e meia. Quiçá, hoje, o céu esteja mais brilhante e em festa.
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