O Papa escreveu esta semana uma carta dirigida às “mujeres de las villas”, uma rede de mulheres que, desde 2018, luta contra as tentativas de legalização do aborto na Argentina. Na sequência da missiva que estas lhe tinham enviado, pedindo o seu apoio numa altura em que um novo projeto de lei está em debate no país, Francisco sublinha que, na reflexão sobre o aborto, é necessário colocar duas questões: “Para resolver um problema, é justo eliminar uma vida humana? É correto contratar um assassino?”.






