Já passaram 31 anos sobre o massacre de Tiananmen, em que milhares de estudantes e cidadãos chineses foram mortos durante uma manifestação pacífica pela liberdade e democracia no país, mas os familiares das vítimas continuam a pedir ao governo que por fim torne pública a informação sobre o que aconteceu e responsabilize os culpados pelos crimes cometidos. Esta quarta-feira, alguns deles visitaram o cemitério de Beijing, para honrar a memória dos falecidos, mas as vigílias e outros eventos que habitualmente assinalavam o aniversário do massacre em Macau e Hong Kong foram proibidos pelo governo, invocando razões de saúde pública.











