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Quaresma acusa Ventura de “populismo racista”

Quaresma acusa Ventura de “populismo racista”

O futebolista Ricardo Quaresma utilizou a rede social Facebook para, “como homem cigano”, repudiar o “populismo racista” de André Ventura. O jogador da selecção nacional e do Kasimpasa (Turquia) ataca o líder do Chega e escreve que “a nossa vida é demasiado preciosa para ouvirmos vozes de burros”.

Proteger as comunidades ciganas no contexto da pandemia

Proteger as comunidades ciganas no contexto da pandemia

A presença dos ciganos em Portugal remonta ao século XV, tendo esta minoria étnica permanecido na Península Ibérica desde então. As comunidades ciganas foram sempre perseguidas e excluídas, tendo sido iniciada por D. João III em 1526 a sua expulsão de Portugal, seguindo-se o decreto de 1538 de deportação para as colónias, em que os homens eram obrigados a trabalhos forçados nas galés.

“Os Ciganos”: um invisível imperativo de liberdade

“Os Ciganos”: um invisível imperativo de liberdade

Com “Os Ciganos”, conto inédito de Sophia completado pelo neto, fica feito o convite a seguir um invisível imperativo de verdade e de liberdade, de forma a sermos capazes de saltar os muros dos preconceitos, que nos separam e impedem de participar na festa da fraternidade, preparada pelo diálogo respeitador e amistoso entre diferentes.

Quaresma acusa Ventura de “populismo racista”

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O futebolista Ricardo Quaresma utilizou a rede social Facebook para, “como homem cigano”, repudiar o “populismo racista” de André Ventura. O jogador da selecção nacional e do Kasimpasa (Turquia) ataca o líder do Chega e escreve que “a nossa vida é demasiado preciosa para ouvirmos vozes de burros”.

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A presença dos ciganos em Portugal remonta ao século XV, tendo esta minoria étnica permanecido na Península Ibérica desde então. As comunidades ciganas foram sempre perseguidas e excluídas, tendo sido iniciada por D. João III em 1526 a sua expulsão de Portugal, seguindo-se o decreto de 1538 de deportação para as colónias, em que os homens eram obrigados a trabalhos forçados nas galés.

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O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

Bíblia da CEP

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A Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.

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