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E se S. Tomás vivesse nos dias de hoje?

E se S. Tomás vivesse nos dias de hoje?

Há anos, Umberto Eco perguntava: o que faria Tomás de Aquino se vivesse nos dias de hoje? Aperceber-se-ia de que “não poderia nem deveria elaborar um sistema definitivo, como uma arquitetura acabada, mas preferiria uma espécie de sistema móvel, uma Suma de folhas substituíveis, porque na sua enciclopédia das ciências entraria a noção de provisoriedade histórica. Diria, por certo, que deveria pensar outra coisa”. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins]

#NãoPodias, uma campanha para mostrar aos jovens o que mudou com o 25 de Abril

Nas redes sociais

#NãoPodias, uma campanha para mostrar aos jovens o que mudou com o 25 de Abril

Há 50 anos, a lista de proibições era longa e algumas delas podem parecer inconcebíveis aos olhos de quem nasceu em democracia. Assim, “para assinalar 50 anos de Liberdade e Democracia”, a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril acaba de lançar a Campanha #NãoPodias, uma iniciativa que “apela aos mais jovens para que não deem a Liberdade por adquirida, desafiando-os a escolherem uma de várias proibições impostas aos portugueses durante a ditadura e a partilharem essa informação e as suas reflexões nas plataformas digitais”.

O 25 de abril: rito (religioso) ou ritualismo (político)?

O 25 de abril: rito (religioso) ou ritualismo (político)?

Claro que o 25 de abril deve ser celebrado, como todos os momentos mais fortes e intensos das nossas vidas!
Viver numa espécie de “ritualismo político” é achar que o 25 de abril é monopólio de alguns (contra a participação de todos), que a sua celebração só pode ser feita naquele espaço concreto de Parlamento (porque o cerimonial é mais importante que a celebração) e que o confinamento à casa de cada um perde a sua dimensão simbólica porque há uma casa que se apresenta como mais fundamental que é a Casa da Democracia.

E se S. Tomás vivesse nos dias de hoje?

E se S. Tomás vivesse nos dias de hoje?

Há anos, Umberto Eco perguntava: o que faria Tomás de Aquino se vivesse nos dias de hoje? Aperceber-se-ia de que “não poderia nem deveria elaborar um sistema definitivo, como uma arquitetura acabada, mas preferiria uma espécie de sistema móvel, uma Suma de folhas substituíveis, porque na sua enciclopédia das ciências entraria a noção de provisoriedade histórica. Diria, por certo, que deveria pensar outra coisa”. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins]

#NãoPodias, uma campanha para mostrar aos jovens o que mudou com o 25 de Abril

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Há 50 anos, a lista de proibições era longa e algumas delas podem parecer inconcebíveis aos olhos de quem nasceu em democracia. Assim, “para assinalar 50 anos de Liberdade e Democracia”, a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril acaba de lançar a Campanha #NãoPodias, uma iniciativa que “apela aos mais jovens para que não deem a Liberdade por adquirida, desafiando-os a escolherem uma de várias proibições impostas aos portugueses durante a ditadura e a partilharem essa informação e as suas reflexões nas plataformas digitais”.

O 25 de abril: rito (religioso) ou ritualismo (político)?

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Claro que o 25 de abril deve ser celebrado, como todos os momentos mais fortes e intensos das nossas vidas!
Viver numa espécie de “ritualismo político” é achar que o 25 de abril é monopólio de alguns (contra a participação de todos), que a sua celebração só pode ser feita naquele espaço concreto de Parlamento (porque o cerimonial é mais importante que a celebração) e que o confinamento à casa de cada um perde a sua dimensão simbólica porque há uma casa que se apresenta como mais fundamental que é a Casa da Democracia.

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“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado

Diocese de Portalegre – Castelo Branco

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No fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.

Guerras e mudanças de regime

[Entre Margens]

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Já muitos se terão esquecido, ao acompanhar a trágica e intrincada evolução da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, que, no seu início, essa guerra foi apresentada como tendo por objetivo primacial o de derrubar um regime ditatorial e opressor, que há pouco tempo havia reprimido de forma violenta e mortífera a contestação de largas canadas da população sedentas de uma liberdade que essa guerra lhes haveria de proporcionar. [Texto de Pedro Vaz Patto].

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