Neste texto vou contar quatro situações diferentes e um provérbio chinês. Habitualmente constato, quando estou em Lisboa, que o padre da minha paróquia, celebra pontualmente a missa dominical. Nos outros dias da semana não sei, já que não ando pelo local, mas imagino que seja o mesmo. Hoje[1] veio outro celebrante, igualmente rigoroso no horário, que, na homilia, contou uma história que se passou em S. Tomé, aquando da sua ida a uma ordenação sacerdotal. [Texto de Margarida Cordo].






