A direcção do Colégio S. Tomás, em Lisboa, onde um dos capelães deixou de prestar funções por estar num grupo de WhatsApp com alunos com os quais trocou mensagens (incluindo vídeos) de carácter obsceno, enviou uma carta a todos os pais de alunos da escola dizendo que lamenta “muito o sucedido” e informando que o caso está entregue à comissão do patriarcado para a Protecção de Menores e às autoridades judiciárias, que “estão a seguir o processo”.







