“Jerusalém é santa”, disse Ioan Sauca, secretário geral interino do Conselho Mundial das Igrejas (CMI). Esta forte declaração surge após a declaração do Patriarcado Ortodoxo de Jerusalém a 11 de abril, que expressava sérias preocupações com as restrições de movimentos anunciadas para o Sábado Santo no acesso ao Santo Sepulcro.








