A festa litúrgica de Cristo Rei corre o risco de alimentar um triunfalismo religioso, a dois passos do fanatismo, em vez de meditar no que ela significa. Ora o “reino de Deus” não é apresentado como conceito (nem os exegetas encontram dele uma definição): manifesta o optimismo do plano de Deus, que se vai realizando com o contributo de “todas as pessoas de boa vontade” (os destinatários da universalmente famosa encíclica Pacem in Terris, de João XXIII). Os conceitos não evitam a imprecisão e debilidade próprias da expressão humana.








