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Um ato de liberdade ou o ridículo inspirador

[Entre Margens]

Um ato de liberdade ou o ridículo inspirador

Um destes dias estava num sítio público e entrou um casal, o que, por si, seria só normal e espectável. É de facto um corrupio de entra e sai o que define aquele lugar. As pessoas em causa teriam cerca de 60 anos, embora o que, delas, chamasse à atenção fosse, não a idade, mas o aspeto e a exuberância, [Texto de Margarida Cordo].

Um ato de liberdade ou o ridículo inspirador

Rugas

Às vezes penso que vivemos num mundo obcecado pela eterna juventude e pela intolerância ao envelhecimento e às imperfeições físicas que este vai deixando. Escrevo, escrevo e escrevo sobre isto para despertar os mais distraídos. Aí vou – os sulcos que se vincam nas nossas testas revelam a força dos pensamentos profundos e das decisões difíceis que tomámos. Em cada ruga dos outros cantos do rosto, um pedaço da nossa história se encerra. [Texto de Margarida Cordo]

Tenho vontade de ser velha e medo de envelhecer

Tenho vontade de ser velha e medo de envelhecer

A velhice soa-me a poesia, a história, a vida, a sabedoria – sim, quem lá chega diz que esta não passa de uma visão romântica da inevitabilidade. Posso até aceitar, mas o certo é que tenho fascínio pelos velhos, sempre quis ser velha, desde cedo. Não há companhia que os supere.

Um ato de liberdade ou o ridículo inspirador

[Entre Margens]

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Um destes dias estava num sítio público e entrou um casal, o que, por si, seria só normal e espectável. É de facto um corrupio de entra e sai o que define aquele lugar. As pessoas em causa teriam cerca de 60 anos, embora o que, delas, chamasse à atenção fosse, não a idade, mas o aspeto e a exuberância, [Texto de Margarida Cordo].

Um ato de liberdade ou o ridículo inspirador

Rugas

Às vezes penso que vivemos num mundo obcecado pela eterna juventude e pela intolerância ao envelhecimento e às imperfeições físicas que este vai deixando. Escrevo, escrevo e escrevo sobre isto para despertar os mais distraídos. Aí vou – os sulcos que se vincam nas nossas testas revelam a força dos pensamentos profundos e das decisões difíceis que tomámos. Em cada ruga dos outros cantos do rosto, um pedaço da nossa história se encerra. [Texto de Margarida Cordo]

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