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Quando a memória começa a faltar-nos

Quando a memória começa a faltar-nos

Há uma altura da nossa vida em que aparecem as falhas de memória. E começamos a recorrer a recordações colectivas, perguntando aos nossos amigos: quando foi? quem era? como se chamava? quem esteve presente? e outras questões do mesmo tipo. Esta perda angustia-nos e preocupa-nos, não só porque as recordações do passado são parte determinante do presente que somos, mas também porque gastamos tempo a lembrar autores e teorias que esquecemos, a procurar coisas que perdemos, a reconstituir episódios e datas importantes que devíamos ter presentes. No entanto, há vantagens no esquecimento para o equilíbrio psíquico de todo o ser humano.

Natalidade em Portugal nas últimas décadas: retrato de um descalabro

Estudo

Natalidade em Portugal nas últimas décadas: retrato de um descalabro

A natalidade de vários países do sul da Europa, entre os quais Portugal, parece ter registado um decréscimo associado à primeira vaga da pandemia, mesmo contando com a tendência de declínio que já vinha de trás, segundo o estudo de uma universidade italiana, citado esta terça-feira, 31 de agosto, pelo Diário de Notícias.

O caminho da vida

O caminho da vida

Um destes dias estive na festa de 60 anos de uma amiga. Parece estranho – 60 anos. Para os mais novos é muita, muita idade. Para quem já lá chegou ou chegará em breve, é uma existência com esperança de que mais possa ser desfrutado numa boa condição.

Direitos Humanos das Pessoas Idosas. Importa-se de repetir?

Direitos Humanos das Pessoas Idosas. Importa-se de repetir?

Todos os textos são incontroversos, lembram que os idosos têm direito a trabalhar ou a ter uma fonte de rendimento, a viver com dignidade e segurança, a poder residir em casa pelo máximo de tempo possível, a formar associações que defendam os seus interesses ou a aceder a programas educacionais próprios; e reafirmam que os mais velhos contribuem para o desenvolvimento das sociedades de que fazem parte (tem o seu quê de irónico, dada a média etária dos “líderes mundiais”).

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Há uma altura da nossa vida em que aparecem as falhas de memória. E começamos a recorrer a recordações colectivas, perguntando aos nossos amigos: quando foi? quem era? como se chamava? quem esteve presente? e outras questões do mesmo tipo. Esta perda angustia-nos e preocupa-nos, não só porque as recordações do passado são parte determinante do presente que somos, mas também porque gastamos tempo a lembrar autores e teorias que esquecemos, a procurar coisas que perdemos, a reconstituir episódios e datas importantes que devíamos ter presentes. No entanto, há vantagens no esquecimento para o equilíbrio psíquico de todo o ser humano.

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Últimas Notícias

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória novidade

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

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