Há uma altura da nossa vida em que aparecem as falhas de memória. E começamos a recorrer a recordações colectivas, perguntando aos nossos amigos: quando foi? quem era? como se chamava? quem esteve presente? e outras questões do mesmo tipo. Esta perda angustia-nos e preocupa-nos, não só porque as recordações do passado são parte determinante do presente que somos, mas também porque gastamos tempo a lembrar autores e teorias que esquecemos, a procurar coisas que perdemos, a reconstituir episódios e datas importantes que devíamos ter presentes. No entanto, há vantagens no esquecimento para o equilíbrio psíquico de todo o ser humano.








