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Há menos países a aplicar a pena de morte, mas número de execuções foi o mais elevado em quase uma década

Relatório 2023

Há menos países a aplicar a pena de morte, mas número de execuções foi o mais elevado em quase uma década

A Amnistia Internacional (AI) divulgou na madrugada desta quarta-feira, 29 de maio, o seu relatório anual sobre a aplicação da pena de morte a nível mundial, que mostra que em 2023 “ocorreram 1.153 execuções, o que representa um aumento de mais de 30 por cento em relação a 2022”, sendo que “este valor não tem em conta os milhares de execuções que se crê terem sido realizados na China”. Este “foi o valor mais alto registado” pela organização “desde 2015, ano em que houve 1.634 pessoas executadas”.

Pena de morte: Execuções atingiram número recorde em cinco anos

Relatório da Amnistia Internacional

Pena de morte: Execuções atingiram número recorde em cinco anos

Pelo menos 883 pessoas foram executadas em 2022, o número mais elevado dos últimos cinco anos e que representa um aumento de 53% face ao ano de 2021. Esta subida, “que não inclui as milhares de execuções que se acredita terem sido realizadas na China no ano passado”, foi liderada por países do Médio Oriente e do Norte de África, onde os números registados passaram de 520 para 825, denuncia a Amnistia Internacional (AI) num relatório divulgado esta terça-feira, 16 de maio.

Há menos países a aplicar a pena de morte, mas número de execuções foi o mais elevado em quase uma década

Relatório 2023

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A Amnistia Internacional (AI) divulgou na madrugada desta quarta-feira, 29 de maio, o seu relatório anual sobre a aplicação da pena de morte a nível mundial, que mostra que em 2023 “ocorreram 1.153 execuções, o que representa um aumento de mais de 30 por cento em relação a 2022”, sendo que “este valor não tem em conta os milhares de execuções que se crê terem sido realizados na China”. Este “foi o valor mais alto registado” pela organização “desde 2015, ano em que houve 1.634 pessoas executadas”.

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Pelo menos 883 pessoas foram executadas em 2022, o número mais elevado dos últimos cinco anos e que representa um aumento de 53% face ao ano de 2021. Esta subida, “que não inclui as milhares de execuções que se acredita terem sido realizadas na China no ano passado”, foi liderada por países do Médio Oriente e do Norte de África, onde os números registados passaram de 520 para 825, denuncia a Amnistia Internacional (AI) num relatório divulgado esta terça-feira, 16 de maio.

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