Com o número de palestinianos mortos a aproximar-se dos 44 mil (entre os quais perto de 19 mil crianças) e mais de 100 mil feridos, na sequência dos bombardeamentos do exército israelita, a simples admissão pelo Papa Francisco de que pode estar a ocorrer um genocídio na Faixa de Gaza levantou uma onda de críticas, algumas delas violentas.












