AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

O ano aceitável do Senhor

O ano aceitável do Senhor

Ao longo dos séculos, a Igreja [cristã] tem conseguido, de uma maneira ou outra, levar a cabo essa importantíssima tarefa que é a de ser agente transformadora da sociedade na qual está inserida. Mesmo em muitas das nossas sociedades modernas e secularizadas, ainda persistem assimetrias sociais gritantes. Importaria recuperar cada vez mais essa voz profética da Igreja que, além de denunciar as injustiças sociais, também proporcione esperança, libertação e cura para muitos dos males que nos assolam nos dias de hoje.

Saber esperar

Saber esperar

A evolução necessária para uma vida mais plena, livre, consciente, vasta e frutífera, exige que façamos da insatisfação um caminho. Há que abraçá-la como o motor mesmo da nossa evolução e realização própria, de tal maneira que, em obediência à própria dinâmica da nossa vocação para ser e para o Ser, saibamos esquecer continuamente o que está para trás e avançar sempre para diante.

Jesus tem futuro. Na versão de Ratzinger

[Leituras de um pontificado - I]

Jesus tem futuro. Na versão de Ratzinger

O Jesus de Nazaré de Ratzinger quer ir além do Jesus “histórico” que a investigação tem revelado nos últimos dois séculos. Os especialistas criticam aspectos de um livro que já é um best-seller. Reedição de um texto publicado no Público em 11/03/2011 sobre a obra que o cardeal Tolentino Mendonça acredita que ainda será lida daqui a 100 anos.

O menino que não se cansa de nascer

O menino que não se cansa de nascer

Este menino não se cansa de nascer porque em todas as peripécias da vida se foi unindo cada vez mais profundamente ao mistério de Deus. Porém, Deus não é um mistério: Deus é o mistério. O Homem é um mistério, o Universo um mistério… porque “se movem e existem” dentro de o mistério. E o menino de hoje aprendeu a saborear em tudo esse único e total mistério: na dor e prazer, tristeza e alegria, vida e morte e, sobretudo, na inquietante e inextrincável questão do Bem e do Mal.

“Cheguei a pensar ser padre… não é muito diferente de ser comediante”

António Raminhos em entrevista

“Cheguei a pensar ser padre… não é muito diferente de ser comediante”

Andou na catequese, foi escuteiro, e, em plena adolescência, quis ser padre – talvez porque também nesse papel teria de falar às pessoas e cativá-las. A obrigatoriedade do celibato assustou-o. Mais tarde, o sentir que havia falta de coerência dentro da Igreja Católica também. É apaixonado pelas religiões (até gostava de fazer um programa de televisão sobre elas), mas é a figura de Jesus Cristo que verdadeiramente o inspira. Hoje, apesar de ter decidido batizar as três filhas ou de ter ido recentemente a Fátima a pé, não se revê na falta de abertura da Igreja Católica e diz-se mais cristão do que católico. Em plena digressão do seu mais recente espetáculo “Não sou eu, é a minha cabeça”, o comediante António Raminhos falou ao 7MARGENS sobre a sua relação com a fé e a forma como esta pode ajudar pessoas que, como ele, sofrem com distúrbios de ansiedade. E também de como a religião é um terreno fértil para o seu trabalho…

O ano aceitável do Senhor

O ano aceitável do Senhor

Ao longo dos séculos, a Igreja [cristã] tem conseguido, de uma maneira ou outra, levar a cabo essa importantíssima tarefa que é a de ser agente transformadora da sociedade na qual está inserida. Mesmo em muitas das nossas sociedades modernas e secularizadas, ainda persistem assimetrias sociais gritantes. Importaria recuperar cada vez mais essa voz profética da Igreja que, além de denunciar as injustiças sociais, também proporcione esperança, libertação e cura para muitos dos males que nos assolam nos dias de hoje.

Saber esperar

Saber esperar

A evolução necessária para uma vida mais plena, livre, consciente, vasta e frutífera, exige que façamos da insatisfação um caminho. Há que abraçá-la como o motor mesmo da nossa evolução e realização própria, de tal maneira que, em obediência à própria dinâmica da nossa vocação para ser e para o Ser, saibamos esquecer continuamente o que está para trás e avançar sempre para diante.

Jesus tem futuro. Na versão de Ratzinger

[Leituras de um pontificado - I]

Jesus tem futuro. Na versão de Ratzinger

O Jesus de Nazaré de Ratzinger quer ir além do Jesus “histórico” que a investigação tem revelado nos últimos dois séculos. Os especialistas criticam aspectos de um livro que já é um best-seller. Reedição de um texto publicado no Público em 11/03/2011 sobre a obra que o cardeal Tolentino Mendonça acredita que ainda será lida daqui a 100 anos.

O menino que não se cansa de nascer

O menino que não se cansa de nascer

Este menino não se cansa de nascer porque em todas as peripécias da vida se foi unindo cada vez mais profundamente ao mistério de Deus. Porém, Deus não é um mistério: Deus é o mistério. O Homem é um mistério, o Universo um mistério… porque “se movem e existem” dentro de o mistério. E o menino de hoje aprendeu a saborear em tudo esse único e total mistério: na dor e prazer, tristeza e alegria, vida e morte e, sobretudo, na inquietante e inextrincável questão do Bem e do Mal.

“Cheguei a pensar ser padre… não é muito diferente de ser comediante”

António Raminhos em entrevista

“Cheguei a pensar ser padre… não é muito diferente de ser comediante”

Andou na catequese, foi escuteiro, e, em plena adolescência, quis ser padre – talvez porque também nesse papel teria de falar às pessoas e cativá-las. A obrigatoriedade do celibato assustou-o. Mais tarde, o sentir que havia falta de coerência dentro da Igreja Católica também. É apaixonado pelas religiões (até gostava de fazer um programa de televisão sobre elas), mas é a figura de Jesus Cristo que verdadeiramente o inspira. Hoje, apesar de ter decidido batizar as três filhas ou de ter ido recentemente a Fátima a pé, não se revê na falta de abertura da Igreja Católica e diz-se mais cristão do que católico. Em plena digressão do seu mais recente espetáculo “Não sou eu, é a minha cabeça”, o comediante António Raminhos falou ao 7MARGENS sobre a sua relação com a fé e a forma como esta pode ajudar pessoas que, como ele, sofrem com distúrbios de ansiedade. E também de como a religião é um terreno fértil para o seu trabalho…

Últimas Notícias

Últimas Notícias

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.