“Os americanos sofrem de hiper-identidade. O sistema educativo e cultural endoutrinou-os durante 250 anos de que são a “nação indispensável”; que a sua Constituição é a melhor do mundo; que os seus ideais são a solução final. Agora, desde o separador de águas do 6 de janeiro e com Trump 2.0, estão aprender à sua custa, em condições muito difíceis, que são apenas mais uma nação da História e que as instituições só por si nada garantem.” – A crónica de Mendo Castro Henriques











