Naquele que foi seu o último compromisso oficial na viagem à Mongólia – o encontro com os agentes da caridade na Casa da Misericórdia, instituição de solidariedade social católica que inaugurou -, o Papa aproveitou para “dissipar alguns ‘mitos'”. Primeiro mito: “só as pessoas ricas se podem comprometer no voluntariado”. Segundo: a Igreja empenha-se em obras de promoção social por proselitismo. E terceiro: a única coisa que conta, para ajudar os outros, são os meios económicos.












