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Educação inclusiva em Portugal: “melhorias históricas”, mas ainda muito a fazer

Relatório de avaliação da OCDE

Educação inclusiva em Portugal: “melhorias históricas”, mas ainda muito a fazer

O sistema educativo português conheceu, nos últimos 25 anos, “melhorias históricas” no que toca ao acesso e concretização da inclusão na educação, ainda que persistam diferenças importantes nos resultados das aprendizagem e bem-estar dos alunos com origens em grupos sociais desfavorecidos e/ou diversos. A conclusão é de uma avaliação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a política e as práticas de educação inclusiva, realizada no âmbito do seu projeto “Strength through Diversity”, cujo relatório, intitulado Review of Inclusive Education in Portugal, acaba de ser publicado.

Cáritas com peditório para responder aos desafios da guerra na Ucrânia

Semana Nacional

Cáritas com peditório para responder aos desafios da guerra na Ucrânia

A apresentação do relatório europeu “Mercados de Trabalho Inclusivos” é uma das iniciativas anunciadas para a Semana Nacional Cáritas, que decorre entre 12 e 20 de Março. A Cáritas realiza ainda o peditório, que também servirá para dar respostas aos desafios solidários que se colocarão entre nós em consequência da guerra na Ucrânia.

Divagações de um pai preocupado

Divagações de um pai preocupado

No espírito da Igreja Sinodal que nos convida a caminharmos juntos existe espaço para a partilha aberta com parrésia. Talvez por esse motivo se tenha avançado com maior fulgor as preocupações legítimas dos LGBTQIA+, como noticiado no Sete Margens, e mais tarde as questões abordadas na Conferência Episcopal Alemã como o celibato opcional, diaconato feminino ou escolha dos bispos. Como pai, aquilo que diz respeito ao sacramento da ordem penso que será de reflectir profundamente, mas no que diz respeito às orientações sexuais, estes acontecimento deixaram-me preocupado.

Humanidade e lei

Humanidade e lei

Ao reler algumas partes do livro “O Sopro da Vida Interior” da freira beneditina americana Joan Chittister, vi-me confrontado com a minha humanidade. Escreve Joan: Não estamos interessados em proteger o inocente; queremos matar os assassinos. Queremos os dissidentes silenciados. Queremos os não-conformistas excomungados. Queremos os rebeldes reduzidos a nada. Queremos lei e ordem. E continua: Estamos tão concentrados na religião que esquecemos a retidão.

Leprosários

Leprosários

A mais recente Responsum ad dubium[1] da Congregação para a Doutrina da Fé relativa à bênção de uniões homossexuais tem feito correr rios de tinta. Se, por um lado, haja quem veja um retrocesso no caminho de inclusão delineado pelo Papa Francisco, outros encaram esta resposta como um travão necessário à prática de bênçãos a casais homossexuais, em total coerência com a linha da doutrina moral da Igreja.

O Natal é inclusivo ou não é Natal

O Natal é inclusivo ou não é Natal

Normalmente tendemos a excluir os diferentes de nós, aqueles em que reconhecemos factores diferenciadores, como a cor da pele, a religião, as opções políticas, sociais ou sexuais, mas também os de usos e costumes distintos dos nossos. A dar vazão a essa tendência, e por esta ordem de ideias, teríamos que excluir então a esmagadora maioria da população mundial. É que semelhantes a nós há muitos poucos, se tivermos em conta um conjunto largo de critérios de exclusão.

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

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