“Aqueles que estão a cometer genocídio em Gaza estão a usar a minha religião para legitimar os seus crimes indescritíveis. Temos de libertar a nossa fé desta instrumentalização”. Quem o afirma é Leah Hadar, uma judia de 40 anos, de Telavive, que é uma ativista do movimento pacifista Save al-Makhrou.












