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Imã Marwan Gill: “Depois de duas guerras mundiais e da pandemia, continuamos sem conseguir valorizar a vida humana”

Entrevista ao 7MARGENS

Imã Marwan Gill: “Depois de duas guerras mundiais e da pandemia, continuamos sem conseguir valorizar a vida humana”

Nasceu na Alemanha, estudou no Reino Unido e está em missão na Argentina. Marwan Gill, 34 anos, é imã, e o ter vivido sempre em países não-muçulmanos não foi motivo para se afastar do islão, antes pelo contrário. Mas grupo a que pertence, a comunidade ahmadia, é considerada herética por outros muçulmanos e, por esse motivo, perseguida.

Há um grupo de mulheres judias e muçulmanas que se recusa a deixar que a guerra as separe

No Reino Unido

Há um grupo de mulheres judias e muçulmanas que se recusa a deixar que a guerra as separe

Nasceu em outubro, mas não foi do ano passado. Foi de 2015. Chama-se Nisa-Nashim (que significa “mulheres”, em árabe e hebraico) e é uma rede constituída por muçulmanas e judias a viver no Reino Unido, que tem por objetivo quebrar barreiras religiosas e culturais no seu país e em todo o mundo. Desde outubro de 2024, com o agudizar do conflito na Faixa de Gaza, estas mulheres não só não se separaram, como até ficaram mais unidas. Isso mesmo provam as múltiplas atividades que têm desenvolvido juntas.

Judeus celebram entrada em 5785: Que seja “um ano doce” e os reféns regressem a casa

Rosh Hashaná

Judeus celebram entrada em 5785: Que seja “um ano doce” e os reféns regressem a casa

“Shaná tová umetuká” é a frase que mais se escuta entre os judeus por estes dias. Significa “um ano bom e doce”, e combina na perfeição com o que têm sobre as mesas das suas casas: as maçãs com mel e o pão redondo recheado com passas anunciam o Rosh Hashaná, ou ano novo judaico, cuja celebração começou na quarta-feira, 2 de outubro, ao entardecer, e termina na noite desta sexta-feira. Em Portugal – e arriscamos dizer em todo o mundo – a entrada em 5785 está a ser festejada com uma esperança em particular: que os reféns na posse do Hamas sejam finalmente libertados.

Quatro em cada cinco judeus britânicos “desaprovam” Netanyahu

Estudo revela

Quatro em cada cinco judeus britânicos “desaprovam” Netanyahu

Os judeus britânicos revelam “um pessimismo crescente sobre o futuro de Israel” e a esmagadora maioria tem uma opinião desfavorável do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, revela um estudo do Institute for Jewish Policy Research (JPR), cujos primeiros resultados foram divulgados esta terça-feira, 17 de setembro.

Pedro Bacelar de Vasconcelos: “Nada há de mais contrário às religiões do que o ódio religioso

Judeus e muçulmanos reunidos

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Judeus e muçulmanos portugueses encontraram-se neste domingo, dia 15, no âmbito da Iniciativa Mukhayriq, na sede da B’nai B’rith International Portugal, na Quinta de Jancido, na Foz do Sousa. O muçulmano Abdul Manga e o judeu Isaac Assor foram dois dos participantes nesta iniciativa em que intervieram ainda Rui Pereira, ex-ministro e ex-presidente do SIS, Pedro Bacelar de Vasconcelos, ex-coordenador nacional da Estratégia Europeia para a promoção da Vida Judaica e o combate ao anti-semitismo, Luís Andrade, presidente do Observatório Internacional dos Direitos Humanos.

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