AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Conversa entre irmãos de religiões diferentes

Construir laços de Fraternidade

Conversa entre irmãos de religiões diferentes

No passado dia 4 de fevereiro, Dia Internacional da Fraternidade, tal como o 7MARGENS noticiou, realizou-se no Porto uma conversa entre um cristão (Rui Santiago), um muçulmano (Khalid Jamal) e um judeu (Yoel). Este evento aconteceu no âmbito do projeto ‘Bridges of Faith’, promovido pela MEERU I Abrir Caminho e o Observatorio Blanquerna de Comunicación, Religión y Cultura. Quase 200 pessoas assistiram à conversa.

Vamos sentar-nos à mesa com um muçulmano, um cristão e um judeu?

No Dia da Fraternidade Humana

Vamos sentar-nos à mesa com um muçulmano, um cristão e um judeu?

“Num tempo cheio de sombras, inseguros e com medo, parece que só nos restam duas opções: escolher a violência num dos lados da barricada ou optar pela indiferença egoísta”. Será? A associação para o desenvolvimento MEERU | Abrir Caminho acredita que há uma terceira opção: a “do encontro, do diálogo e da amizade entre pessoas, para abrir caminhos para a Paz”. E quer provar isso mesmo já no próximo domingo, 4 de fevereiro – em que se assinala o Dia Internacional da Fraternidade Humana -, sentando à mesma mesa um muçulmano, um cristão e um judeu… E convidando todos os que quiserem a juntar-se também a eles, presencialmente ou online.

Porque vou estar à conversa com um judeu e um cristão no dia 4 de fevereiro?

Porque vou estar à conversa com um judeu e um cristão no dia 4 de fevereiro?

“Encontro 1001 razões, que normalmente elencam o catálogo de fundamentos para o diálogo e que nem por serem mais corriqueiras se tornam inverdades.” Khalid Jamal é membro do Observatório do Mundo Islâmico e dirigente da Comunidade Islâmica de Lisboa e estará à conversa com o padre Rui Santiago e com Joshua Ruah.

Sinto falta – Um muçulmano à beira do fim de Ramadão

Sinto falta – Um muçulmano à beira do fim de Ramadão

Todos nós sentimos falta de algo. Quem nunca vivenciou o sentimento saudoso de repentinamente a sua mente ver-se transportada para aquela memória imaterial e turva da nossa infância para a qual olhamos com tanto carinho? Neste tempo de isolamento social por causa da pandemia de covid-19, para o qual fomos arrastados sem opção de escolha, sinto falta de tanta coisa…

Conversa entre irmãos de religiões diferentes

Construir laços de Fraternidade

Conversa entre irmãos de religiões diferentes

No passado dia 4 de fevereiro, Dia Internacional da Fraternidade, tal como o 7MARGENS noticiou, realizou-se no Porto uma conversa entre um cristão (Rui Santiago), um muçulmano (Khalid Jamal) e um judeu (Yoel). Este evento aconteceu no âmbito do projeto ‘Bridges of Faith’, promovido pela MEERU I Abrir Caminho e o Observatorio Blanquerna de Comunicación, Religión y Cultura. Quase 200 pessoas assistiram à conversa.

Vamos sentar-nos à mesa com um muçulmano, um cristão e um judeu?

No Dia da Fraternidade Humana

Vamos sentar-nos à mesa com um muçulmano, um cristão e um judeu?

“Num tempo cheio de sombras, inseguros e com medo, parece que só nos restam duas opções: escolher a violência num dos lados da barricada ou optar pela indiferença egoísta”. Será? A associação para o desenvolvimento MEERU | Abrir Caminho acredita que há uma terceira opção: a “do encontro, do diálogo e da amizade entre pessoas, para abrir caminhos para a Paz”. E quer provar isso mesmo já no próximo domingo, 4 de fevereiro – em que se assinala o Dia Internacional da Fraternidade Humana -, sentando à mesma mesa um muçulmano, um cristão e um judeu… E convidando todos os que quiserem a juntar-se também a eles, presencialmente ou online.

Porque vou estar à conversa com um judeu e um cristão no dia 4 de fevereiro?

Porque vou estar à conversa com um judeu e um cristão no dia 4 de fevereiro?

“Encontro 1001 razões, que normalmente elencam o catálogo de fundamentos para o diálogo e que nem por serem mais corriqueiras se tornam inverdades.” Khalid Jamal é membro do Observatório do Mundo Islâmico e dirigente da Comunidade Islâmica de Lisboa e estará à conversa com o padre Rui Santiago e com Joshua Ruah.

Sinto falta – Um muçulmano à beira do fim de Ramadão

Sinto falta – Um muçulmano à beira do fim de Ramadão

Todos nós sentimos falta de algo. Quem nunca vivenciou o sentimento saudoso de repentinamente a sua mente ver-se transportada para aquela memória imaterial e turva da nossa infância para a qual olhamos com tanto carinho? Neste tempo de isolamento social por causa da pandemia de covid-19, para o qual fomos arrastados sem opção de escolha, sinto falta de tanta coisa…

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

Padre da Obra da Rua morreu

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.