A frase transformou-se quase num dogma nacional, uma espécie de justificação para tudo o que é absurdo, desagradável ou medíocre. Se a música é má, se a moda é ridícula ou se o novo horário de trabalho é incomportável, o diagnóstico é sempre o mesmo: é só uma questão de tempo, estranha-se agora, entranha-se depois. [Texto de Júlia Costa]










