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Irão e China dividem palmarés

Cinema Documentário de Melgaço

Irão e China dividem palmarés

A história de uma família tradicional de Teerão retratada em Silent House, venceu o Prémio Dom Quixote 2023 da última edição do MDOC/Festival Internacional de Cinema Documentário de Melgaço. O cenário do filme desenrola-se num palacete dantes pertencente a uma das esposas de Reza Shan (o Xá do Irão, entre 1925 e 1941) e constitui, ao mesmo tempo, uma parábola sobre a complexa situação social e política do país.

“O Cinema faz parte da vida”

Entrevista à cineasta Catarina Alves Costa, autora de “Margot”

“O Cinema faz parte da vida”

Em véspera da apresentação no MDOC, do filme “Margot”, de Catarina Alves Costa, falamos com a professora e realizadora, autora de vários registos, entre os quais, “Senhora da Aparecida” (1994); “O Arquitecto e a Cidade Velha” (2004); “Pedra e Cal” (2016) e “Um Ramadão em Lisboa” (2019), além de autora de diversas investigações e livros “Cinema e Povo” (2022).

Memórias da Guerra Colonial em “As Mãos Invisíveis”

MDOC/Festival Internacional de Cinema de Melgaço

Memórias da Guerra Colonial em “As Mãos Invisíveis”

Se muitos dos episódios da guerra colonial continuam   numa espécie de limbo entre o esquecimento e a memória, o filme “Les Mains Invisibles” (2022), de Hugo dos Santos, exibido, anteontem, na sessão da noite do Festival, avivou histórias de milhares de jovens que, por razões de consciência política e luta contra o regime de Salazar e Caetano, resolveram desertar clandestinamente das fileiras do Exército.

Um filme “leve e subtil” sobre o Brexit conquistou o MDOC

Festival de Melgaço

Um filme “leve e subtil” sobre o Brexit conquistou o MDOC

O documentário Four Seasons in a Day (Quatro Estações Num só Dia), da cineasta belga Annabel Verbeke, foi o vencedor do prémio Jean-Loup Passek do MDOC/Festival Internacional de Documentário de Melgaço que terminou este domingo nesta vila de fronteira do Alto Minho. Conheça o palmarés de um festival vivo e que se recomenda.

“Nós Viemos”: a emigração  revisitada por José Vieira

Festival de Melgaço

“Nós Viemos”: a emigração revisitada por José Vieira

Toda a sua vida e preocupação enquanto cidadão e cineasta tem sido voltada para a emigração. Aos sete anos, sentiu na pele a miséria dos “bidonvilles” e, após tirar Sociologia, optou por  filmar o problema daqueles que partiram em busca de uma vida melhor. “Procuro contar a minha história pessoal e da família para lembrar o drama da emigração colectiva”, disse ao “Sete Margens” José Vieira, que nesta edição do MDOC trouxe “Nós Viemos” (2021). O filme foi bem recebido pela assistência e é um forte candidato ao prémio Jean-Loup Passek.

“Paraíso” de Sérgio Tréfaut encantou em tarde quente

Festival de Melgaço

“Paraíso” de Sérgio Tréfaut encantou em tarde quente

É quase em clima “non stop” que decorre mais uma edição do MDOC/Festival Internacional de Documentário de Melgaço: quatro filmes em média, mais as manifestações paralelas, exposições, cursos Fora de Campo, Plano Frontal, residências artísticas. Como a temperatura é escaldante e, em alguns dias, chega a rondar 40 graus, a maioria dos participantes, vindos de várias geografias, opta pela sala climatizada da Casa da Cultura e, por lá fica, a apreciar filmes atrás de filmes pelo prazer da viagem e descoberta.

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Cinema Documentário de Melgaço

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MDOC/Festival Internacional de Cinema de Melgaço

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“Depressa passas de bestial a besta”

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“Depressa passas de bestial a besta” novidade

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A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber

[Entre Margens]

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Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

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