As armas nucleares “ofendem a nossa humanidade partilhada” e “atraiçoam a dignidade da criação, cuja harmonia estamos chamados a defender”, escreveu o Papa Leão XIV na carta que enviou ao arcebispo de Hiroshima, Alexis Mitsuru Shirahama.
80º aniversário de Hiroshima
Leão XIV: “As armas nucleares ofendem a nossa humanidade humana”As armas nucleares “ofendem a nossa humanidade partilhada” e “atraiçoam a dignidade da criação, cuja harmonia estamos chamados a defender”, escreveu o Papa Leão XIV na carta que enviou ao arcebispo de Hiroshima, Alexis Mitsuru Shirahama.
Declaração recorda Hiroshima
Bispos japoneses sobre bombardeamentos nucleares: “Esta tragédia não se deve repetir”Apresentam-se como “os únicos bispos de um país que sofreu bombardeamentos atómicos em guerra”, como quem diz que sabe bem do que fala. A Conferência Episcopal Católica do Japão publicou uma declaração em que apela veementemente à “abolição completa das armas nucleares”, pois elas “ameaçam toda a vida”.
Nos 77 anos do ataque atómico
Representante dos sobreviventes de Nagasaki solidário com a Ucrânia“Apelo a todos os membros” do Parlamento japonês, “bem como aos membros dos conselhos municipais e provinciais” para que se “encontrem com os hibakusha (sobreviventes da bomba atómica), ouçam como eles sofreram, aprendam a verdade sobre o bombardeio atómico e transmitam o que aprenderem ao mundo”, escreve, numa carta lida nas cerimónias dos 77 anos do ataque atómico sobre Nagasaki, por um dos seus sobreviventes, Takashi Miyata.
Já passaram 75 anos sobre os bombardeamentos atómicos nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, ocorridos a 6 e 9 de agosto de 1945, mas “a guerra nuclear e o uso de armas semelhantes como dissuasão não são fantasmas do passado”, evidenciam a Comissão Episcopal Alemã para a Justiça e a Paz e o Conselho das Igrejas Ecuménicas na Alemanha num comunicado conjunto. Também no Japão, nos EUA, e um pouco por todo o mundo, os responsáveis pelas Igrejas revelam receios face às ameaças de destruição e apelam à abolição definitiva do armamento nuclear.
A poucos dias do 75º aniversário dos ataques de Hiroshima e Nagasaki, o Conselho Mundial de Igrejas lançou esta segunda-feira, 20 de julho, um novo apelo “por um mundo livre de armas nucleares”. Também os bispos do Japão renovaram o seu apelo, reeditando um livro, agora com tradução em inglês e disponível para download online, no qual apresentam os motivos teológicos e éticos de sua oposição convicta ao uso da energia nuclear como fonte de energia.
“Aqueles que vos atiraram a bomba atómica fizeram algo monstruoso. Por isso, quero repetir esta verdade: usar a energia atómica para a guerra é imoral.” Estas foram as palavras do Papa Francisco à estação televisiva KTN de Nagasaki, cinquenta dias antes da sua visita ao Japão e, especialmente, às cidades de Hiroshima e Nagasaki.
80º aniversário de Hiroshima
Leão XIV: “As armas nucleares ofendem a nossa humanidade humana”As armas nucleares “ofendem a nossa humanidade partilhada” e “atraiçoam a dignidade da criação, cuja harmonia estamos chamados a defender”, escreveu o Papa Leão XIV na carta que enviou ao arcebispo de Hiroshima, Alexis Mitsuru Shirahama.
Declaração recorda Hiroshima
Bispos japoneses sobre bombardeamentos nucleares: “Esta tragédia não se deve repetir”Apresentam-se como “os únicos bispos de um país que sofreu bombardeamentos atómicos em guerra”, como quem diz que sabe bem do que fala. A Conferência Episcopal Católica do Japão publicou uma declaração em que apela veementemente à “abolição completa das armas nucleares”, pois elas “ameaçam toda a vida”.
Nos 77 anos do ataque atómico
Representante dos sobreviventes de Nagasaki solidário com a Ucrânia“Apelo a todos os membros” do Parlamento japonês, “bem como aos membros dos conselhos municipais e provinciais” para que se “encontrem com os hibakusha (sobreviventes da bomba atómica), ouçam como eles sofreram, aprendam a verdade sobre o bombardeio atómico e transmitam o que aprenderem ao mundo”, escreve, numa carta lida nas cerimónias dos 77 anos do ataque atómico sobre Nagasaki, por um dos seus sobreviventes, Takashi Miyata.
Já passaram 75 anos sobre os bombardeamentos atómicos nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, ocorridos a 6 e 9 de agosto de 1945, mas “a guerra nuclear e o uso de armas semelhantes como dissuasão não são fantasmas do passado”, evidenciam a Comissão Episcopal Alemã para a Justiça e a Paz e o Conselho das Igrejas Ecuménicas na Alemanha num comunicado conjunto. Também no Japão, nos EUA, e um pouco por todo o mundo, os responsáveis pelas Igrejas revelam receios face às ameaças de destruição e apelam à abolição definitiva do armamento nuclear.
A poucos dias do 75º aniversário dos ataques de Hiroshima e Nagasaki, o Conselho Mundial de Igrejas lançou esta segunda-feira, 20 de julho, um novo apelo “por um mundo livre de armas nucleares”. Também os bispos do Japão renovaram o seu apelo, reeditando um livro, agora com tradução em inglês e disponível para download online, no qual apresentam os motivos teológicos e éticos de sua oposição convicta ao uso da energia nuclear como fonte de energia.
“Aqueles que vos atiraram a bomba atómica fizeram algo monstruoso. Por isso, quero repetir esta verdade: usar a energia atómica para a guerra é imoral.” Estas foram as palavras do Papa Francisco à estação televisiva KTN de Nagasaki, cinquenta dias antes da sua visita ao Japão e, especialmente, às cidades de Hiroshima e Nagasaki.
Livro em cinco línguas
“Diário Privado do Papa Francisco” revelado em novembro novidadeEm italiano, francês, espanhol, inglês e português: é nestas cinco línguas, para 94 países, que será editado a 24 de novembro o diário do Papa Francisco, anotado pelo cardeal Víctor Manuel Fernández, pela Editora do Vaticano.
Testemunho
O hinduísmo do meu pai, Narana Coissoró, e as minhas raízes novidadeNarana Coissoró (3/10/1931-29/098/2026), antigo professor universitário e deputado do CDS, hindu, no Templo de Shree Mangesh (Goa, Índia). Foto do arquivo da família.
[Metáforas vivas]
Das cantigas de amigo à vinha novidadeEste texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Entre Margens]
Jesus salva-nos de nós mesmos novidadeUma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].
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