Um longo tempo de silêncio meditativo, uma homilia que o Papa preferiu não ler e apenas distribuir, orações lidas por “delegados fraternos” de outras igrejas cristãs, e muitos cânticos da comunidade monástica ecuménica de Taizé. O Papa Francisco assinalou, numa vigília ecuménica, o aniversário da abertura do II Concílio do Vaticano.











