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Num mundo em guerra, não basta dizer que “todas as religiões são religiões de paz”

Diálogo inter-religioso debatido em Mafra

Num mundo em guerra, não basta dizer que “todas as religiões são religiões de paz”

É inegável: há uma “sombra palpável de medo” e uma “ansiedade generalizada” em Israel e na Palestina, que geram cada vez mais violência. O que fazer? “Mais do que lutar contra o medo, é preciso lidar com esse medo, trabalhar com esse medo, de ambos os lados”, defende Sarah Bernstein, mediadora de conflitos e especialista em diálogo inter-religioso. Natural do Reino Unido e a viver em Jerusalém há mais de dez anos, Sarah não duvida de que as religiões, podem, e devem, ter um papel fundamental nesse trabalho. Mas “têm de ir além de dizer que são todas religiões de paz”, alerta. “Há muito trabalho a fazer e é preciso aprender a fazê-lo em conjunto”.

Três vídeos e um concerto de Natal para (ainda) ver e ouvir

Três vídeos e um concerto de Natal para (ainda) ver e ouvir

Além dos concertos em igrejas e outros espaços públicos, a época de Natal é também tempo de criações ou recriações musicais. Com temas novos ou adaptando outros existentes, com pequenos filmes originais ou retomando ideias anteriores.

Mãos cheias de ouro, um canudo e uma intensa criatividade

Mãos cheias de ouro, um canudo e uma intensa criatividade

Na manhã de 7 de Julho, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) inscreveu o Convento de Mafra, o santuário do Bom Jesus de Braga e o Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, na sua lista de sítios de Património Mundial. Curta viagem escrita e alguns percursos falados, como forma de convite à viagem para conhecer ou redescobrir os três novos lugares portugueses do Património da Humanidade.

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