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Uma jornada pela paz na Sexta-Feira Santa

Uma jornada pela paz na Sexta-Feira Santa

Vindas de todo o país, foram mais de 700 pessoas a tomar parte nesta jornada, dinamizada pelo impulso inquieto e empreendedor do padre Almiro Mendes, pároco de Canidelo e Afurada, na passada Sexta-Feira Santa. Teve o seu início junto do Santuário de Nossa Senhora da Urtiga, num largo emoldurado por cartazes alusivos à paz, com uma intervenção daquele presbítero em que sublinhou a necessidade de «tecer os caminhos novos do Amor, deixando ódios e violências». Estava dado o mote para o cantor Miguel Bandeirinha galvanizar a participação massiva dos caminhantes, executando de forma empolgante o cântico «É preciso renascer, deixai ódios, violências».

Páscoa na Arménia

Páscoa na Arménia

Quando andámos a filmar o ARtMENIANS em 2014, pudemos assistir ao #rito da Páscoa da Igreja Arménia: Domingo de Ramos em Etchmiadzin (o “Vaticano” da Igreja Arménia), e Domingo de Páscoa no mosteiro de Gelarde. Recomendo tudo: as celebrações, os cânticos antiquíssimos, a vivência da fé, os cenários. A alegria das crianças no Domingo de Ramos, a festa da ressurreição em Gelarde – e uma solista a cantar numa sala subterrânea, uma das primeiras igrejas cristãs do mundo. 

Fátima acolhe “caminhada pela paz”

Nesta Sexta-Feira Santa

Fátima acolhe “caminhada pela paz”

Fátima acolhe nesta Sexta-Feira Santa uma caminhada pela paz, uma iniciativa “Peregrinos da Paz”, a partir das 9h30 e que se prolonga até às 13h00, partindo do Santuário de Nossa Senhora da Urtiga, passando pelos Valinhos, até ao Santuário de Fátima, terminando na Capelinha das Aparições.

Resistência não violenta em tempos de guerra?

Resistência não violenta em tempos de guerra?

Poderá parecer descabido, ou simplesmente utópico, falar de resistência civil, isto é, de formas não violentas de resistência e combate a um poder ilegítimo e opressor, no momento em que assistimos à guerra da Ucrânia, em que é nítida a existência de uma potência agressora e de um povo que se defende militarmente com bravura. Mas disso se tem falado em diálogos entre representantes de várias comissões Justiça e Paz europeias, sem se alcançar ainda pleno consenso.

Ucrânia e o Direito ao Lugar

Ucrânia e o Direito ao Lugar

Tantos tiveram de abandonar o seu lugar de vida, perderam o seu “direito ao lugar” – bebés e crianças de colo, mulheres grávidas, velhos que mal podem caminhar, não sabendo quando e se poderão voltar, se a sua casa estará intacta ou destruída, se as escolas funcionarão, se os hospitais os poderão receber, se poderão voltar a levar os filhos ao parque infantil perto de casa… Alguns não querem abandonar o seu lugar, a sua casa, e ficam, sujeitando-se à fome, ao frio, à privação, ao desconhecido e à morte. Mesmo os que ficaram perderam o “direito ao [seu] lugar”, um direito básico do ser humano.

O Desporto ao serviço do desenvolvimento e da paz

O Desporto ao serviço do desenvolvimento e da paz

Tocados pela guerra da Ucrânia, vivemos numa época de incertezas e de apelo à paz. Já percebemos que mesmo estando longe, esta guerra toca-nos e condiciona as nossas vidas. Sentimos, e percebemos, que só valorizamos um bem, ou um valor, quando estamos privados de o “saborearmos”. Em abril de 2022 esse valor chama-se paz! E é com o maior sentido que no dia 6 de abril se assinala o Dia Internacional do Desporto ao Serviço do Desenvolvimento e da Paz. Esta data foi escolhida pelas Nações Unidas, sinalizando o dia de início dos jogos olímpicos da era moderna, em Atenas, no ano de 1896, no sentido de valorizar o desporto como promotor da paz.  

Papa confirma intenção de ir a Kiev “se for conveniente”

Possível encontro com Cirilo

Papa confirma intenção de ir a Kiev “se for conveniente”

Depois de ter levantado a hipótese, no voo que o levava a Malta, de se poder deslocar a Kiev, o Papa Francisco foi mais claro nesta sua intenção durante o voo de regresso a Roma. Questionado pelos jornalistas, confirmou que uma eventual visita à Ucrânia está “em cima da mesa”, projetando ainda um encontro com o patriarca Cirilo, do Patriarcado Ortodoxo de Moscovo e o trabalho de bastidores da diplomacia do Vaticano.

Uma jornada pela paz na Sexta-Feira Santa

Uma jornada pela paz na Sexta-Feira Santa

Vindas de todo o país, foram mais de 700 pessoas a tomar parte nesta jornada, dinamizada pelo impulso inquieto e empreendedor do padre Almiro Mendes, pároco de Canidelo e Afurada, na passada Sexta-Feira Santa. Teve o seu início junto do Santuário de Nossa Senhora da Urtiga, num largo emoldurado por cartazes alusivos à paz, com uma intervenção daquele presbítero em que sublinhou a necessidade de «tecer os caminhos novos do Amor, deixando ódios e violências». Estava dado o mote para o cantor Miguel Bandeirinha galvanizar a participação massiva dos caminhantes, executando de forma empolgante o cântico «É preciso renascer, deixai ódios, violências».

Páscoa na Arménia

Páscoa na Arménia

Quando andámos a filmar o ARtMENIANS em 2014, pudemos assistir ao #rito da Páscoa da Igreja Arménia: Domingo de Ramos em Etchmiadzin (o “Vaticano” da Igreja Arménia), e Domingo de Páscoa no mosteiro de Gelarde. Recomendo tudo: as celebrações, os cânticos antiquíssimos, a vivência da fé, os cenários. A alegria das crianças no Domingo de Ramos, a festa da ressurreição em Gelarde – e uma solista a cantar numa sala subterrânea, uma das primeiras igrejas cristãs do mundo. 

Fátima acolhe “caminhada pela paz”

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Fátima acolhe nesta Sexta-Feira Santa uma caminhada pela paz, uma iniciativa “Peregrinos da Paz”, a partir das 9h30 e que se prolonga até às 13h00, partindo do Santuário de Nossa Senhora da Urtiga, passando pelos Valinhos, até ao Santuário de Fátima, terminando na Capelinha das Aparições.

Resistência não violenta em tempos de guerra?

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Poderá parecer descabido, ou simplesmente utópico, falar de resistência civil, isto é, de formas não violentas de resistência e combate a um poder ilegítimo e opressor, no momento em que assistimos à guerra da Ucrânia, em que é nítida a existência de uma potência agressora e de um povo que se defende militarmente com bravura. Mas disso se tem falado em diálogos entre representantes de várias comissões Justiça e Paz europeias, sem se alcançar ainda pleno consenso.

Ucrânia e o Direito ao Lugar

Ucrânia e o Direito ao Lugar

Tantos tiveram de abandonar o seu lugar de vida, perderam o seu “direito ao lugar” – bebés e crianças de colo, mulheres grávidas, velhos que mal podem caminhar, não sabendo quando e se poderão voltar, se a sua casa estará intacta ou destruída, se as escolas funcionarão, se os hospitais os poderão receber, se poderão voltar a levar os filhos ao parque infantil perto de casa… Alguns não querem abandonar o seu lugar, a sua casa, e ficam, sujeitando-se à fome, ao frio, à privação, ao desconhecido e à morte. Mesmo os que ficaram perderam o “direito ao [seu] lugar”, um direito básico do ser humano.

O Desporto ao serviço do desenvolvimento e da paz

O Desporto ao serviço do desenvolvimento e da paz

Tocados pela guerra da Ucrânia, vivemos numa época de incertezas e de apelo à paz. Já percebemos que mesmo estando longe, esta guerra toca-nos e condiciona as nossas vidas. Sentimos, e percebemos, que só valorizamos um bem, ou um valor, quando estamos privados de o “saborearmos”. Em abril de 2022 esse valor chama-se paz! E é com o maior sentido que no dia 6 de abril se assinala o Dia Internacional do Desporto ao Serviço do Desenvolvimento e da Paz. Esta data foi escolhida pelas Nações Unidas, sinalizando o dia de início dos jogos olímpicos da era moderna, em Atenas, no ano de 1896, no sentido de valorizar o desporto como promotor da paz.  

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Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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