A resposta internacional aos sismos que devastaram a Venezuela continua a ganhar dimensão, com organizações ecuménicas, fundações católicas e instituições portuguesas a promoverem campanhas de solidariedade. Paralelamente, a Amnistia Internacional alerta que a ajuda humanitária só poderá ser eficaz se o Governo venezuelano garantir o respeito pelos direitos humanos, levantar restrições à liberdade de informação e permitir o trabalho das organizações.












