Talvez por uma fixação mediática, o celibato tornou-se o tema monocromático quando se aborda o sacerdócio ministerial. Parece-me, sendo assim, que se cai num reducionismo colossal, na medida em que, e olhando para outras Igrejas e confissões religiosas em que os animadores das comunidades não são celibatários, encontramos frequentemente as mesmas questões que se colocam na Igreja Católica.





