AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Lembra-te que a cama é o altar…

Lembra-te que a cama é o altar…

Talvez por uma fixação mediática, o celibato tornou-se o tema monocromático quando se aborda o sacerdócio ministerial. Parece-me, sendo assim, que se cai num reducionismo colossal, na medida em que, e olhando para outras Igrejas e confissões religiosas em que os animadores das comunidades não são celibatários, encontramos frequentemente as mesmas questões que se colocam na Igreja Católica.

Lembra-te que a cama é o altar…

Como poderei suportar o que vi…?

Uma suspeita que tenho, a partir da observação reflexiva que vou fazendo sobre as diversas comunidades cristãs que conheço, é que muitas delas parece apresentarem sintomas inquietantes de linfedema litúrgico.

Lembra-te que a cama é o altar…

Em busca de escutadores de histórias

Dos documentos saídos da etapa diocesana preparatória para o Sínodo [da Igreja Católica] de 2024 que consegui ir lendo, e das várias discussões e depoimentos que fui ouvindo, atordoou-me muito o vazio e ensurdeceu-me deveras o silêncio em relação ao que considero ser a provocação central do Evangelho, a saber, a hospitalidade incarnada, concreta, pessoalizada e actuante no mundo, qual sal da terra, qual luz do mundo, qual fermento da massa.

Lembra-te que a cama é o altar…

Lembra-te que a cama é o altar…

Talvez por uma fixação mediática, o celibato tornou-se o tema monocromático quando se aborda o sacerdócio ministerial. Parece-me, sendo assim, que se cai num reducionismo colossal, na medida em que, e olhando para outras Igrejas e confissões religiosas em que os animadores das comunidades não são celibatários, encontramos frequentemente as mesmas questões que se colocam na Igreja Católica.

Lembra-te que a cama é o altar…

Como poderei suportar o que vi…?

Uma suspeita que tenho, a partir da observação reflexiva que vou fazendo sobre as diversas comunidades cristãs que conheço, é que muitas delas parece apresentarem sintomas inquietantes de linfedema litúrgico.

Lembra-te que a cama é o altar…

Em busca de escutadores de histórias

Dos documentos saídos da etapa diocesana preparatória para o Sínodo [da Igreja Católica] de 2024 que consegui ir lendo, e das várias discussões e depoimentos que fui ouvindo, atordoou-me muito o vazio e ensurdeceu-me deveras o silêncio em relação ao que considero ser a provocação central do Evangelho, a saber, a hospitalidade incarnada, concreta, pessoalizada e actuante no mundo, qual sal da terra, qual luz do mundo, qual fermento da massa.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidade

A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidade

Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest