“Sou Eu” – a voz de Jesus ergue-se acima do tumulto da turba dos soldados romanos e dos criados dos sumos sacerdotes. O Justo, o Servo do Senhor, entrega-se às mãos da violência assassina que vem até Ele. [Texto lido na Celebração da Paixão desta Sexta-Feira Santa na paróquia de Santa Isabel, em Lisboa.]







