A 6 de março de 2004 morre repentinamente a poeta galega “dos quatro costados” Luísa Villalta. Uma meningite fulminante – que ela tomara como uma simples gripe -, ceifou-a, bem cedo, aos 46 anos. Uma vida pujante, criadora, comprometida é interrompida de uma forma absurda e incompreensível. [Texto de Teresa de Vasconcelos].






