A evolução necessária para uma vida mais plena, livre, consciente, vasta e frutífera, exige que façamos da insatisfação um caminho. Há que abraçá-la como o motor mesmo da nossa evolução e realização própria, de tal maneira que, em obediência à própria dinâmica da nossa vocação para ser e para o Ser, saibamos esquecer continuamente o que está para trás e avançar sempre para diante.






