
Cheias afetaram mais de 135 mil pessoas no estado brasileiro do Rio Grande do Sul. Foto reproduzida do site do CMI/Agora no Vale
O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) expressou tristeza e preocupação pelas pessoas afetadas pelas cheias que atingiram o Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil.
Num comunicado divulgado pelo CMI, após as “graves inundações no vale do Taquari”, como são descritas, o reverendo Jerry Pillay, secretário-geral do CMI, deu nota dessa tristeza, numa carta de solidariedade à liderança da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
“Enquanto dezenas de milhares de pessoas enfrentam as consequências das cheias, queremos que vocês saibam que estão nos nossos pensamentos e orações”, escreveu Pillay.
Milhares de pessoas foram forçadas a abandonar as suas casas devido às tempestades que começaram a 4 de Setembro. Granizo e mais de 300 milímetros de chuva caíram no estado do Rio Grande do Sul em menos de 24 horas, provocando inundações e deslizamentos de terra.
O número de mortos provocados pelo ciclone aumentou para 41, segundo dados mais recentes das autoridades. Mais de 40 pessoas estavam desaparecidas.
O governador do estado, Eduardo Leite, disse que o número de mortos é o mais alto que o estado já viu devido a um acontecimento relacionado com o clima.
O ciclone atingiu mais de 80 municípios ao todo, afetando mais de 135 mil pessoas, informaram as autoridades, deixando mais de três mil pessoas sem casa e provocando mais de 7700 deslocados.










