Foi confirmada a condenação do padre Albino Meireles – antigo responsável por três paróquias em Guimarães – a dois anos e dez meses de prisão com pena suspensa por ter abusado sexualmente de menores. A pena havia sido decidida em junho deste ano pelo Tribunal de Matosinhos e, após recurso da defesa do presbítero, o Tribunal da relação confirmou agora a decisão da primeira instância.
A notícia, avançada pela RTP no último sábado, refere que Albino Meireles está suspenso do sacerdócio desde 2023, após o seu nome ter surgido na lista de padres identificados como alegados abusadores pela Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais na Igreja.
O presbítero, que então tinha a seu cargo três paróquias de Guimarães, foi condenado por ter exibido e manipulado o órgão sexual diante de três irmãos com dez, quatro e perto de dois anos, numa praia da Póvoa de Varzim, no verão de 2015.
Albino Meireles, 48 anos, foi ainda absolvido de um crime de pornografia de menores, por não ter sido possível provar ter sido ele que solicitou imagens de cariz sexual a um rapaz de 15 anos, com quem entre 2016 e 2018 terá mantido uma relação amorosa, quando era pároco em Terras de Bouro.










