AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Minas. Crianças. Trabalho infantil. Congo

Manhã desta quinta-feira, 24

“As piores formas de trabalho infantil” em conferência

| 23/11/2022

Minas. Crianças. Trabalho infantil. Congo

Criança a separar minerais. Lago Malo, próximo de Kolwezi (RDC). Maio 2015: a região dos Grandes Lagos é uma das regiões do mundo onde há mais exploração de trabalho infantil em regime de semi-escravatura. Foto © Amnesty International e Afrewatch.

 

Uma conferência sobre “As piores formas de trabalho infantil” decorre na manhã desta quinta-feira, 24 de Novembro (entre as 9h30-13h), no auditório da Polícia Judiciária (Rua Gomes Freire 174, na zona das Picoas, em Lisboa), podendo assistir-se também por videoconferência. Iniciativa da Confederação Nacional de Ação Sobre o Trabalho Infantil (CNASTI), em parceria com o Instituto de Apoio à Criança (IAC), a conferência pretende “ter uma noção do que acontece não só em Portugal, mas também no mundo acerca deste tipo de exploração de crianças”.

Na sessão de abertura tomarão a palavra o director nacional da PJ, Luís Neves, Fátima Pinto (presidente da Comissão Executiva da
CNASTI), Mafalda Troncho (directora do escritório em Portugal da Organização Internacional do Trabalho – OIT), Rosário Farmhouse (Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens) e Jorge Costa (Secretário de Estado Adjunto e da Justiça).

A mesa-redonda que se seguirá terá intervenções de Tito de Morais (Projeto Agarrados à Net), Carlos Farinha (PJ) e Albertina Jordão (OIT), com Dulce Rocha (IAC) a moderar. Jorge Ascensão (vice-presidente da CNASTI), Paula Paçô (IAC) e Joaquina Cadete Phillimore (CNASTI), como moderadora, intervêm na sessão de encerramento.

Para quem pretende seguir por videoconferência, a ligação de acesso é a seguinte:
http://www.cnasti.pt/cnasti/index.php?p=bkZQOVhEL2IzS3RCOE9IYmdSQWt4UT09&id=RDAvT0RTV2tIL04vN0p2c2F5Q2p3QT09&m=aHFJVTdHcTgzdTc0OUhGNHQ0ZE9TQT09

 

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Identidade e missão do professor de EMRC na escola

Ensaio

Identidade e missão do professor de EMRC na escola novidade

A identidade e a missão do professor de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) na escola pode ser vista sob múltiplos pontos de vista; porém, desejo fazê-lo a partir de três palavras ou pilares que considero substanciais. Estruturo esta reflexão a partir do “habitar-se”, do “habitar com” e do “habitar o ainda não”. [Texto de Adriano Batista, intervenção no Simpósio sobre a Educação e Escola em Portugal].

As cápsulas

[Sete Partidas]

As cápsulas novidade

No radio do carro tocava um CD da Rosalía e comecei a pensar no que já me disseram sobre o meu carro, pequeno e velho, dito em várias variações. Não levo a mal. É verdade, mas tem tudo o que preciso. Abrigo do sol, do frio, da chuva e da neve. Confiável. Riscado e muitas vezes sujo por fora, mas por dentro limpo e arrumado. Um pouco na ordem como valorizo as coisas na vida. Menos ostentação, mais conteúdo. [Texto de Inês Patrício, Berlim].

Perseu declara-se vítima

Testemunho

Perseu declara-se vítima novidade

Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.