Moro no oitavo andar de um prédio estreito, desses prédios típicos de metrópoles abarrotadas. Durmo engavetada numa mezzanine com o ar condicionado por cima dos joelhos, cozinho atabalhoada num fogão que mais parece um brinquedo infantil; mas, ao menos, tenho uma janela ampla que ocupa toda a parede da sala.










