O Ramadão, que se deverá iniciar na noite do próximo domingo, 10 de Março, é um “mês sagrado que cria uma ligação especial do crente com o Criador, que nos faz reflectir o que somos e o que temos”, diz o xeque Munir, imã da Mesquita Central de Lisboa (MCL). Mas este ano o Ramadão terá um sabor amargo, tendo em conta o que está a acontecer na Faixa de Gaza, onde predominam os muçulmanos. Apesar de o Governo israelita ter anunciado que não aplicará restrições especiais aos árabes israelitas muçulmanos para acederem à mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém.












