“Obrigado ao povo e ao governo do Luxemburgo pelo que fazem pelos migrantes”, disse Francisco no final do primeiro dia da sua 46ª viagem apostólica. A frase não estava prevista no discurso que preparara para o encontro com a comunidade católica na Catedral de Notre-Dame do Luxemburgo, tal como não estava previsto o presente que mais o comoveu no voo que o levou de Roma em direção ao coração da Europa: um saco de tecido senegalês cheio de cartas escritas por migrantes que fugiram de África em busca de um futuro melhor, e que vivem atualmente nas Ilhas Canárias.












