É presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), assistente social de profissão e integrou o grupo de dez “não-bispos” escolhidos para representar a América Latina no último sínodo. Em entrevista ao 7MARGENS, Sônia Gomes de Oliveira diz ter-se sentido numa espécie de “laboratório”, no qual fez reverberar as vozes dos mais pobres e de onde saiu com ainda mais esperança do que entrou.












