Ao longo dos anos em que tenho participado nos encontros de Taizé, no âmbito da minha docência na disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica, acompanhando e partilhando esta experiência com algumas centenas de alunos, tenho-me interrogado acerca do que significa aquilo a que chamamos “espiritualidade de Taizé” – que, no meu entender, é o que leva, ano após ano, milhares de jovens, a maioria repetidas vezes, à colina da pequena aldeia da Borgonha (França).






