Como evitar desenvolver “uma moral fria de escritório, quando nos ocupamos dos temas mais delicados”, como escreve o Papa na exortação Amoris Laetitia? No século XVIII, Afonso Maria de Ligório propôs uma reflexão que toma a consciência como instância constitutiva de moralidade. Jerónimo Trigo, professor de Teologia Moral, enuncia aqui alguns dos seus postulados, que viriam a exercer influência no cardeal John Newman, no Concílio Vaticano II e no Papa Francisco.







