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Artigos de Júlia Costa
‘r’ de razão, de retórica, de redes: uma tragédia anunciada

[Dicionário particular III]

‘r’ de razão, de retórica, de redes: uma tragédia anunciada

Deixem-me apresentar-vos o trio mais perigoso da atualidade. Não são ministros, nem influencers, e também não são aqueles comentadores que aparecem sempre à mesma hora nos canais do costume, são três letras: R, R e R. De Razão, Retórica e Redes. Não são exatamente os três mosqueteiros, são talvez os três cavaleiros do apocalipse na discussão pública. [Texto de Júlia Costa]

‘q’ de querido – Querido Papa Leão…

[Dicionário particular III]

‘q’ de querido – Querido Papa Leão…

Querido Papa Leão, Escrevo‑lhe devagar. Vou pousando as palavras no colo antes de as entregar ao teclado. Tenho acompanhado as suas viagens em silêncio, como quem segue alguém que ainda se está a aprender a conhecer. E, sem dar por isso, sem ruído, foi nascendo em mim a surpresa. [Texto de Júlia Costa].

‘p’ de pobre – Oportunidade Social Única

[Dicionário particular II]

‘p’ de pobre – Oportunidade Social Única

Só que o problema da meritocracia como ideologia, ao contrário da meritocracia como aspiração, é que ela pressupõe igualdade na partida, o que não existe. Pressupõe que todos correm a mesma corrida, a partir da mesma linha, com os mesmos sapatos. E quando essa falsa premissa é aceite como verdade, a pobreza torna-se facilmente interpretada como fracasso pessoal: falta de esforço, de ambição, de responsabilidade. [Texto de Júlia Costa].

‘o’ de óbito – shhh… vamos falar de morrer

[Dicionário particular III]

‘o’ de óbito – shhh… vamos falar de morrer

“Passamos a vida a fugir da morte, no entanto, ela acompanha-nos desde o nosso primeiro dia de vida. Está ali, silenciosa, paciente e, obviamente, inevitável. não aprendemos a mencioná-la, e muito menos a compreendê‑la. E, quando chega a hora de acompanhar alguém em final de vida, percebemos que somos analfabetos emocionais.” [Texto de Júlia Costa]

‘r’ de razão, de retórica, de redes: uma tragédia anunciada

[Dicionário particular III]

‘r’ de razão, de retórica, de redes: uma tragédia anunciada

Deixem-me apresentar-vos o trio mais perigoso da atualidade. Não são ministros, nem influencers, e também não são aqueles comentadores que aparecem sempre à mesma hora nos canais do costume, são três letras: R, R e R. De Razão, Retórica e Redes. Não são exatamente os três mosqueteiros, são talvez os três cavaleiros do apocalipse na discussão pública. [Texto de Júlia Costa]

‘q’ de querido – Querido Papa Leão…

[Dicionário particular III]

‘q’ de querido – Querido Papa Leão…

Querido Papa Leão, Escrevo‑lhe devagar. Vou pousando as palavras no colo antes de as entregar ao teclado. Tenho acompanhado as suas viagens em silêncio, como quem segue alguém que ainda se está a aprender a conhecer. E, sem dar por isso, sem ruído, foi nascendo em mim a surpresa. [Texto de Júlia Costa].

‘p’ de pobre – Oportunidade Social Única

[Dicionário particular II]

‘p’ de pobre – Oportunidade Social Única

Só que o problema da meritocracia como ideologia, ao contrário da meritocracia como aspiração, é que ela pressupõe igualdade na partida, o que não existe. Pressupõe que todos correm a mesma corrida, a partir da mesma linha, com os mesmos sapatos. E quando essa falsa premissa é aceite como verdade, a pobreza torna-se facilmente interpretada como fracasso pessoal: falta de esforço, de ambição, de responsabilidade. [Texto de Júlia Costa].

‘o’ de óbito – shhh… vamos falar de morrer

[Dicionário particular III]

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“Passamos a vida a fugir da morte, no entanto, ela acompanha-nos desde o nosso primeiro dia de vida. Está ali, silenciosa, paciente e, obviamente, inevitável. não aprendemos a mencioná-la, e muito menos a compreendê‑la. E, quando chega a hora de acompanhar alguém em final de vida, percebemos que somos analfabetos emocionais.” [Texto de Júlia Costa]

Últimas Notícias

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Tudo é para sempre

[Entre Margens]

Tudo é para sempre novidade

Friedrich Nietzsche, na sua famosa teoria do eterno retorno, propôs que a existência de cada indivíduo se repete infinitamente até à eternidade. De facto, se concebermos o universo como infinito no tempo, é inevitável que concluamos que, o que quer que tenha alguma probabilidade de acontecer, mesmo a mais ínfima, não só já aconteceu infinitas vezes no passado como ocorrerá infinitas vezes no futuro. [Texto de Rúben Azevedo].

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