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Artigos de Sara Jona Laísse
Todos, tu e eu, fomos chamados: Levantemo-nos!

Todos, tu e eu, fomos chamados: Levantemo-nos!

Este texto não tem uma espinha dorsal. É um daqueles que pretende espelhar a alegria de viver a fé e a esperança que senti, ao assistir e ouvir excertos de notícias sobre a visita do Papa Francisco a Lisboa, durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Agosto de 2023. Recordei-me da minha ida à Taizé (Comunidade de fé em França), num mesmo mês, há 16 anos.

Obscenidades e terapia em “vidas cantadas”

[Moçambique, margem Sul]

Obscenidades e terapia em “vidas cantadas”

Luís Loforte publicou a obra Vidas Cantadas – um legado de Samora Machel (um olhar sobre as canções de trabalho). Trata-se de um majestoso registo, no qual transcreve e interpreta canções de e no trabalho, mas também canções que cantam vidas e o quotidiano; algumas vezes contrapondo a sociedade moçambicana à portuguesa. Fê-lo como uma demanda social, preenchendo um vazio que ainda se faz sentir em Moçambique.

Três diálogos necessários (e outros tantos) sobre pacientar e amarrar capulana

[Moçambique, margem Sul]

Três diálogos necessários (e outros tantos) sobre pacientar e amarrar capulana

Pacientar é um neologismo muito utilizado em Moçambique. Não carece de explicação, porque a sua composição é esclarecedora. Este, em alguns meios que explicarei mais adiante, funciona em paridade com a expressão amarrar capulana. Esta última expressão, paradoxalmente ambígua, nuns contextos significa recato (para a mulher) ou seja, não atiçar “os apetites” dos homens para uma relação sexual. (Sara Jona Laisse)

“Os sete saberes para a educação do futuro”: os legados de Luís Bernardo Honwana

[Moçambique, margem Sul]

“Os sete saberes para a educação do futuro”: os legados de Luís Bernardo Honwana

Foi-me incumbida a missão de fazer um depoimento em homenagem a Luís Bernardo Honwana (LBH), figura renomada e importante da história social e cultural de Moçambique. Renomada pela mensagem que a sua obra deixa para gerações de tempos diferentes e pelo seu papel de escritor no que concerne à veiculação das suas ideias, consentâneas com as de uma maioria na sociedade, difundindo a causa da dignidade humana.

Pescadinha de rabo na boca

[Moçambique, margem Sul]

Pescadinha de rabo na boca

Sendo Moçambique um Estado laico, não deveria haver qualquer desconcerto com a religião; mas poderá haver algumas concessões para as crianças, nas escolas públicas, poderem completar os estudos, não cantando o hino, em respeito aos seus preceitos religiosos. Assume-se que deve haver liberdade de escolha. Mas, ao que parece, a abertura dada pelo Governo deixa também a sensação de alguma arbitrariedade, o que confunde as pessoas.

Todos, tu e eu, fomos chamados: Levantemo-nos!

Todos, tu e eu, fomos chamados: Levantemo-nos!

Este texto não tem uma espinha dorsal. É um daqueles que pretende espelhar a alegria de viver a fé e a esperança que senti, ao assistir e ouvir excertos de notícias sobre a visita do Papa Francisco a Lisboa, durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Agosto de 2023. Recordei-me da minha ida à Taizé (Comunidade de fé em França), num mesmo mês, há 16 anos.

Obscenidades e terapia em “vidas cantadas”

[Moçambique, margem Sul]

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Luís Loforte publicou a obra Vidas Cantadas – um legado de Samora Machel (um olhar sobre as canções de trabalho). Trata-se de um majestoso registo, no qual transcreve e interpreta canções de e no trabalho, mas também canções que cantam vidas e o quotidiano; algumas vezes contrapondo a sociedade moçambicana à portuguesa. Fê-lo como uma demanda social, preenchendo um vazio que ainda se faz sentir em Moçambique.

Três diálogos necessários (e outros tantos) sobre pacientar e amarrar capulana

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Pacientar é um neologismo muito utilizado em Moçambique. Não carece de explicação, porque a sua composição é esclarecedora. Este, em alguns meios que explicarei mais adiante, funciona em paridade com a expressão amarrar capulana. Esta última expressão, paradoxalmente ambígua, nuns contextos significa recato (para a mulher) ou seja, não atiçar “os apetites” dos homens para uma relação sexual. (Sara Jona Laisse)

“Os sete saberes para a educação do futuro”: os legados de Luís Bernardo Honwana

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Foi-me incumbida a missão de fazer um depoimento em homenagem a Luís Bernardo Honwana (LBH), figura renomada e importante da história social e cultural de Moçambique. Renomada pela mensagem que a sua obra deixa para gerações de tempos diferentes e pelo seu papel de escritor no que concerne à veiculação das suas ideias, consentâneas com as de uma maioria na sociedade, difundindo a causa da dignidade humana.

Pescadinha de rabo na boca

[Moçambique, margem Sul]

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Últimas Notícias

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A distância e a escrita

[Entre Margens]

A distância e a escrita novidade

Vi há algum tempo a peça de Tiago Rodrigues, La Distance, e pensei sobre as cartas que troco com a minha mãe. Na peça, uma filha parte para outro planeta, num futuro apocalíptico em que a vida na terra se tornou insustentável. O público vive a dor dilacerante do pai que fica, que troca mensagens de voz com a filha, e a quem às tantas ela diz que estão mais próximos, agora. [Texto de Joana Rigato].

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