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A arte de silenciar todos os alarmes

A arte de silenciar todos os alarmes

Relatórios. Cálculos. Números. Alarmes. Alarmes? – Pancada neles que queremos continuar na nossa sonolenta modorra com toda a tranquilidade! Essa é a questão, a grande questão: por que razão o conhecimento desperta uns e mantém outros de olhos fechados? Como se vence a vontade de nos mantermos de olhos fechados por sabermos que se abrimos os olhos algo teremos de mudar nos nossos comportamentos, prioridades e modos de vida?

Guerras de irmãos

Guerras de irmãos

Como o protagonista cinematográfico que torna inofensivo o engenho explosivo que tem perante si, Jonathan Sacks lê os textos bíblicos mais desabridos, particularmente aqueles que se centram na rivalidade fraterna (Caim e Abel, Isaac e Ismael, Jacob e Esaú, Lia e Raquel, José e os seus irmãos), interpretando-os de modo a extirpar-lhes o ressentimento e o ódio que suscitaram a animosidade entre judeus, cristãos e muçulmanos e a exemplificar como da hostilidade se pode evoluir até à reconciliação.

Afinal, há vizinhos em Israel e em Gaza

Afinal, há vizinhos em Israel e em Gaza

Não compreendo – não posso compreender – o que se passa no Médio Oriente. Não ouso tomar partidos, não tenho a solução para o conflito. Mas ouso achar que compreendi as palavras de um jovem judeu israelita e que vislumbrei nelas um caminho para a paz. Um caminho a ser traçado pela nova geração e pelo diálogo inter-religioso.

Os cardeais começaram no segundo milénio, podem acabar no terceiro?

Os cardeais começaram no segundo milénio, podem acabar no terceiro?

Duas pinturas, uma sala de um museu, um consistório de cardeais, um auditório que é mesa de conversa e um sínodo de bispos que já não é só de bispos. Olhados em simultâneo, podemos encontrar nestes sinais algo sobre algumas encruzilhadas actuais do catolicismo.

A arte de silenciar todos os alarmes

A arte de silenciar todos os alarmes

Relatórios. Cálculos. Números. Alarmes. Alarmes? – Pancada neles que queremos continuar na nossa sonolenta modorra com toda a tranquilidade! Essa é a questão, a grande questão: por que razão o conhecimento desperta uns e mantém outros de olhos fechados? Como se vence a vontade de nos mantermos de olhos fechados por sabermos que se abrimos os olhos algo teremos de mudar nos nossos comportamentos, prioridades e modos de vida?

Guerras de irmãos

Guerras de irmãos

Como o protagonista cinematográfico que torna inofensivo o engenho explosivo que tem perante si, Jonathan Sacks lê os textos bíblicos mais desabridos, particularmente aqueles que se centram na rivalidade fraterna (Caim e Abel, Isaac e Ismael, Jacob e Esaú, Lia e Raquel, José e os seus irmãos), interpretando-os de modo a extirpar-lhes o ressentimento e o ódio que suscitaram a animosidade entre judeus, cristãos e muçulmanos e a exemplificar como da hostilidade se pode evoluir até à reconciliação.

Afinal, há vizinhos em Israel e em Gaza

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Não compreendo – não posso compreender – o que se passa no Médio Oriente. Não ouso tomar partidos, não tenho a solução para o conflito. Mas ouso achar que compreendi as palavras de um jovem judeu israelita e que vislumbrei nelas um caminho para a paz. Um caminho a ser traçado pela nova geração e pelo diálogo inter-religioso.

Os cardeais começaram no segundo milénio, podem acabar no terceiro?

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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