AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Confissões religiosas “ansiosas por reabrir portas”, mas conscientes de que “nada será como dantes”

Confissões religiosas “ansiosas por reabrir portas”, mas conscientes de que “nada será como dantes”

Nesta terça-feira, 21, o conselho permanente dos bispos católicos reúne em videoconferência, disse ao 7MARGENS o porta-voz do episcopado, padre Manuel Barbosa. Na conversa, será ponderado o que os bispos irão dizer ao Governo, depois de, na segunda, 20 de abril, o primeiro-ministro António Costa se ter reunido com o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Manuel Clemente.

Varanasi, a “cidade dos mortos” da Índia, também está vazia

Varanasi, a “cidade dos mortos” da Índia, também está vazia

Todos os dias, chegam entre 200 a 300 mortos a Varanasi, a mística cidade indiana à beira do rio Ganges onde os hindus acreditam que, ao serem cremados e lançados à água, a sua alma é libertada. Ou melhor, chegavam. Porque também aqui, naquela que é considerada a cidade mais sagrada da Índia, existe um antes e depois da pandemia de covid-19. E desde que o governo decretou quarentena obrigatória a 1,3 mil milhões de habitantes na segunda nação mais populosa do planeta, não foram só os vendedores ambulantes que deixaram de atulhar as ruas ou os tuk tuks que fizeram o trânsito respirar de alívio: as piras dos crematórios junto ao rio Ganges, que dia e noite enchiam o céu de fumo, também tiveram tréguas.

Proteger as comunidades ciganas no contexto da pandemia

Proteger as comunidades ciganas no contexto da pandemia

A presença dos ciganos em Portugal remonta ao século XV, tendo esta minoria étnica permanecido na Península Ibérica desde então. As comunidades ciganas foram sempre perseguidas e excluídas, tendo sido iniciada por D. João III em 1526 a sua expulsão de Portugal, seguindo-se o decreto de 1538 de deportação para as colónias, em que os homens eram obrigados a trabalhos forçados nas galés.

Diários de quarentena (32): O que fazemos para ultrapassar esta quarentena? (e um poema de Miguel Torga)

Diários de quarentena (32): O que fazemos para ultrapassar esta quarentena? (e um poema de Miguel Torga)

Joana Damasceno, Ana Carapina e Lara Martins, alunas de Educação Moral e Religiosa Católica do Agrupamento de Escolas José Estêvão (Aveiro): O que é a nossa quarentena. “Neste vídeo mostramos o que temos feito para ocupar a nossa quarentena. Pode também servir como ideias de atividades para outras pessoas, há muita coisa que se pode fazer! Em fundo, Joana Damasceno canta Andrà Tutto Bene (Tudo ficará bem), de Cristóvam.

Na linha da frente!

Na linha da frente!

5.680 instituições particulares de solidariedade social. 340 mil trabalhadores. 800 mil utentes. 300 mil idosos. É este o Sector Social Solidário em Portugal: cuidar dos outros todos os dias, 7 dias por semana, 24 horas por dia.

Confissões religiosas “ansiosas por reabrir portas”, mas conscientes de que “nada será como dantes”

Confissões religiosas “ansiosas por reabrir portas”, mas conscientes de que “nada será como dantes”

Nesta terça-feira, 21, o conselho permanente dos bispos católicos reúne em videoconferência, disse ao 7MARGENS o porta-voz do episcopado, padre Manuel Barbosa. Na conversa, será ponderado o que os bispos irão dizer ao Governo, depois de, na segunda, 20 de abril, o primeiro-ministro António Costa se ter reunido com o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Manuel Clemente.

Varanasi, a “cidade dos mortos” da Índia, também está vazia

Varanasi, a “cidade dos mortos” da Índia, também está vazia

Todos os dias, chegam entre 200 a 300 mortos a Varanasi, a mística cidade indiana à beira do rio Ganges onde os hindus acreditam que, ao serem cremados e lançados à água, a sua alma é libertada. Ou melhor, chegavam. Porque também aqui, naquela que é considerada a cidade mais sagrada da Índia, existe um antes e depois da pandemia de covid-19. E desde que o governo decretou quarentena obrigatória a 1,3 mil milhões de habitantes na segunda nação mais populosa do planeta, não foram só os vendedores ambulantes que deixaram de atulhar as ruas ou os tuk tuks que fizeram o trânsito respirar de alívio: as piras dos crematórios junto ao rio Ganges, que dia e noite enchiam o céu de fumo, também tiveram tréguas.

Proteger as comunidades ciganas no contexto da pandemia

Proteger as comunidades ciganas no contexto da pandemia

A presença dos ciganos em Portugal remonta ao século XV, tendo esta minoria étnica permanecido na Península Ibérica desde então. As comunidades ciganas foram sempre perseguidas e excluídas, tendo sido iniciada por D. João III em 1526 a sua expulsão de Portugal, seguindo-se o decreto de 1538 de deportação para as colónias, em que os homens eram obrigados a trabalhos forçados nas galés.

Diários de quarentena (32): O que fazemos para ultrapassar esta quarentena? (e um poema de Miguel Torga)

Diários de quarentena (32): O que fazemos para ultrapassar esta quarentena? (e um poema de Miguel Torga)

Joana Damasceno, Ana Carapina e Lara Martins, alunas de Educação Moral e Religiosa Católica do Agrupamento de Escolas José Estêvão (Aveiro): O que é a nossa quarentena. “Neste vídeo mostramos o que temos feito para ocupar a nossa quarentena. Pode também servir como ideias de atividades para outras pessoas, há muita coisa que se pode fazer! Em fundo, Joana Damasceno canta Andrà Tutto Bene (Tudo ficará bem), de Cristóvam.

Na linha da frente!

Na linha da frente!

5.680 instituições particulares de solidariedade social. 340 mil trabalhadores. 800 mil utentes. 300 mil idosos. É este o Sector Social Solidário em Portugal: cuidar dos outros todos os dias, 7 dias por semana, 24 horas por dia.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.