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‘M’ de Maria, Maria de Nazaré

[Dicionário particular II]

‘M’ de Maria, Maria de Nazaré

É talvez a mulher mais conhecida da História e, paradoxalmente, uma das que menos se conhece. Referida nas principais religiões do mundo – venerada no cristianismo, respeitada no islamismo, reconhecida em tradições judaicas e até evocada em correntes espirituais do budismo e hinduísmo como modelo de compaixão e maternidade divina – Maria atravessa todas as fronteiras espirituais e, no entanto, o que sabemos dela? [Texto de Júlia Costa].

No jubileu da esperança


[A Palavra e a vida]

No jubileu da esperança


Só recentemente na história da Igreja tivemos jubileus estritamente temáticos. O Papa Francisco quis que o jubileu extraordinário de 2015 celebrasse a misericórdia de Deus e que o jubileu ordinário de 2025 vivesse a esperança ao longo do ano. Continuamos, pois, a meditar nessa virtude, embora sempre insuficientemente. [Texto do padre Armindo Vaz].

A eleição de Mamdani

[Crónica da Europa]

A eleição de Mamdani

A vitória de Zohran Mamdani revela tendências profundas do nosso tempo e do estado atual da democracia. Não interessa se concordamos ou não com as suas propostas. Independentemente de se concordar ou não, o caso Mamdani oferece um retrato vivo das tensões entre medo, populismo, radicalismo e esperança que marcam a política. [Texto de Mendo Castro Henriques].

‘l’ de lei – quando atrás da lei já não está um rosto

[Dicionário particular II]

‘l’ de lei – quando atrás da lei já não está um rosto

Há dias em que a lei passa a vestir uma armadura. Fecha-se, torna-se fria, e as pessoas que nela deveriam encontrar abrigo, ficam à porta sem chave. Foi o que senti ao ler sobre a nova Lei da Nacionalidade, aprovada há dias no nosso parlamento. Uma lei que, em nome da segurança e da identidade nacional, decide que uma criança nascida em solo português só será portuguesa se o pai, ou a mãe, tiver vivido legalmente no país durante cinco anos. [Texto de Júlia Costa].

‘j’ de josé, José Rentes de Carvalho, filho da Ernestina

[Dicionário particular II]

‘j’ de josé, José Rentes de Carvalho, filho da Ernestina

O silêncio tem nome, chama-se Ernestina. Viveu em Trás-os-Montes, mas podia ter vivido em qualquer aldeia onde o tempo se arrasta como uma mula velha e os homens falam pouco, mas mandam muito. Ernestina não é só a mãe de José Rentes de Carvalho, é a mãe do silêncio português. Aquele que se instala nas cozinhas, nas camas, nos olhos, aquele que não grita, mas que pode matar. [Texto de Júlia Costa].

Somos seres olhados

[Metáforas vivas]

Somos seres olhados

Este texto corresponde à homilia de domingo, 26 de outubro, [domingo xxx do tempo comum ― c ― 2025], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de Souto (Divino Salvador), em Terras de Bouro.

Leão e os medrosos

[Olhar de teóloga]

Leão e os medrosos

Ouvimos e lemos que Leão XIV não é avesso à Teologia da Libertação, nem a Gustavo Gutiérrez, o seu expoente máximo. O Papa disse assim: “A forma como as pessoas olham para aquilo que rotulamos como Teologia da Libertação é frequentemente errónea e incompleta, porque o Evangelho prega a libertação; ele chama-nos a todos para a liberdade. [Texto de Cristina Inogés Sanz].

‘M’ de Maria, Maria de Nazaré

[Dicionário particular II]

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É talvez a mulher mais conhecida da História e, paradoxalmente, uma das que menos se conhece. Referida nas principais religiões do mundo – venerada no cristianismo, respeitada no islamismo, reconhecida em tradições judaicas e até evocada em correntes espirituais do budismo e hinduísmo como modelo de compaixão e maternidade divina – Maria atravessa todas as fronteiras espirituais e, no entanto, o que sabemos dela? [Texto de Júlia Costa].

No jubileu da esperança


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Só recentemente na história da Igreja tivemos jubileus estritamente temáticos. O Papa Francisco quis que o jubileu extraordinário de 2015 celebrasse a misericórdia de Deus e que o jubileu ordinário de 2025 vivesse a esperança ao longo do ano. Continuamos, pois, a meditar nessa virtude, embora sempre insuficientemente. [Texto do padre Armindo Vaz].

A eleição de Mamdani

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A vitória de Zohran Mamdani revela tendências profundas do nosso tempo e do estado atual da democracia. Não interessa se concordamos ou não com as suas propostas. Independentemente de se concordar ou não, o caso Mamdani oferece um retrato vivo das tensões entre medo, populismo, radicalismo e esperança que marcam a política. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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O silêncio tem nome, chama-se Ernestina. Viveu em Trás-os-Montes, mas podia ter vivido em qualquer aldeia onde o tempo se arrasta como uma mula velha e os homens falam pouco, mas mandam muito. Ernestina não é só a mãe de José Rentes de Carvalho, é a mãe do silêncio português. Aquele que se instala nas cozinhas, nas camas, nos olhos, aquele que não grita, mas que pode matar. [Texto de Júlia Costa].

Somos seres olhados

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Últimas Notícias

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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