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Quem foi o Banqueiro Anarquista?

[Arquipélago Jerusalém]

Quem foi o Banqueiro Anarquista?

Fernando Pessoa escreveu o  O Banqueiro Anarquista em 1922. Um conto de raciocínio sobre um banqueiro que acumula dinheiro e que se proclama anarquista e explica que é mais revolucionário do que os revolucionários. Tudo indica que o poeta que é um fingidor não tenha inventado inteiramente este paradoxo. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Uma Vida de Jesus

[Trago comigo - 5]

Uma Vida de Jesus

Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o quinto texto, da autoria de José Alves Jana, dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.

De 125 Azul [Palavra] até à outra margem

[Metáforas vivas]

De 125 Azul [Palavra] até à outra margem

Este texto corresponde à homilia de domingo, 9 de agosto, [domingo xix do tempo comum ― a ― 2026 , 1º dia da semana nacional da mobilidade humana], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja matriz da paróquia de Fragoso (S. Pedro), no arciprestado de Barcelos.

Caminhando de Sintra a Mafra

[Trago comigo - 4]

Caminhando de Sintra a Mafra

Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o quarto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. E ficamos a aguardar receber muitos mais. [Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira].

Informação artificial

[Arquipélago Jerusalém]

Informação artificial

Estou convicto de que, dentro de vinte anos, quando já tiverem terminado os impérios russo e chinês e o império americano estiver na sua agonia, os nossos netos e bisnetos usarão a expressão «informação artificial» para designar aquilo a que hoje chamamos IA. [Texto de Mendo Castro Henriques].

A longevidade como bênção na Bíblia

[A Palavra e a vida]

A longevidade como bênção na Bíblia

Os anciãos bíblicos ofereciam um abençoado patamar de experiência, donde se podia obter uma vista global com esperança. Até o «Deus dos pais» acreditado pelos anciãos contribuía para essa unidade. [Texto de Armindo Vaz, OCD].

A Lentidão, de Milan Kundera

[Trago comigo -3]

A Lentidão, de Milan Kundera

O pequeno livro A Lentidão, de Milan Kundera, orbita em torno da seguinte proposição ou, na expressão do autor, “equação da matemática existencial”: “o grau de lentidão é diretamente proporcional à intensidade da memória; o grau de velocidade é diretamente proporcional à intensidade do esquecimento.” [Texto de Rúben Azevedo].

Quem foi o Banqueiro Anarquista?

[Arquipélago Jerusalém]

Quem foi o Banqueiro Anarquista?

Fernando Pessoa escreveu o  O Banqueiro Anarquista em 1922. Um conto de raciocínio sobre um banqueiro que acumula dinheiro e que se proclama anarquista e explica que é mais revolucionário do que os revolucionários. Tudo indica que o poeta que é um fingidor não tenha inventado inteiramente este paradoxo. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Uma Vida de Jesus

[Trago comigo - 5]

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Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o quinto texto, da autoria de José Alves Jana, dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.

De 125 Azul [Palavra] até à outra margem

[Metáforas vivas]

De 125 Azul [Palavra] até à outra margem

Este texto corresponde à homilia de domingo, 9 de agosto, [domingo xix do tempo comum ― a ― 2026 , 1º dia da semana nacional da mobilidade humana], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja matriz da paróquia de Fragoso (S. Pedro), no arciprestado de Barcelos.

Caminhando de Sintra a Mafra

[Trago comigo - 4]

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Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o quarto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. E ficamos a aguardar receber muitos mais. [Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira].

Informação artificial

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Estou convicto de que, dentro de vinte anos, quando já tiverem terminado os impérios russo e chinês e o império americano estiver na sua agonia, os nossos netos e bisnetos usarão a expressão «informação artificial» para designar aquilo a que hoje chamamos IA. [Texto de Mendo Castro Henriques].

A longevidade como bênção na Bíblia

[A Palavra e a vida]

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Os anciãos bíblicos ofereciam um abençoado patamar de experiência, donde se podia obter uma vista global com esperança. Até o «Deus dos pais» acreditado pelos anciãos contribuía para essa unidade. [Texto de Armindo Vaz, OCD].

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O pequeno livro A Lentidão, de Milan Kundera, orbita em torno da seguinte proposição ou, na expressão do autor, “equação da matemática existencial”: “o grau de lentidão é diretamente proporcional à intensidade da memória; o grau de velocidade é diretamente proporcional à intensidade do esquecimento.” [Texto de Rúben Azevedo].

Últimas Notícias

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Perseu declara-se vítima

Testemunho

Perseu declara-se vítima

Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

Padre da Obra da Rua morreu

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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