A mais recente investigação da Amnistia diz que a polícia de Angola “matou crianças a tiro, disparou granadas de gás lacrimogéneo contra multidões, queimando braços e pernas, e espancou pessoas sob a sua custódia, provocando profundas cicatrizes físicas e emocionais”, em manifestações entre novembro de 2020 e junho de 2023.












