Os migrantes necessitam de ser ouvidos e de participar nas tomadas de decisão em matérias que influenciam as suas vidas, dado que, de outro modo, a “inclusão verdadeira”, que supõe que eles sejam “sujeitos ativos e não apenas destinatários de medidas”, não poderá ter lugar, afirma o I Fórum Migrações, iniciativa da Conferência Episcopal Portuguesa.












